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Cotações do arábica iniciam sessão desta segunda com leve alta na Bolsa de Nova York

Por volta das 08h24 (horário de Brasília), o contrato maio/18 com alta de 40 pontos, a 118,15 cents/lb e o julho/18 anotava 120,20 cents/lb com avanço de 40 pontos

NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

2 de Abril de 2018 às 11:04

Cotações do arábica iniciam sessão desta segunda com leve alta na Bolsa de Nova York

FOTO: (Notícias Agrícolas)

Os contratos futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE FUtures US) operam com leve alta nesta manhã de segunda-feira (02) na Bolsa de Nova York (ICE Futures US). O mercado externo do grão segue sendo impactado por indicadores técnicos e já estende os ganhos registrados na última sessão, na quinta-feira (29).

 

Por volta das 08h24 (horário de Brasília), o contrato maio/18 com alta de 40 pontos, a 118,15 cents/lb e o julho/18 anotava 120,20 cents/lb com avanço de 40 pontos. Já o vencimento julho/18 trabalhava com avanço de 35 pontos, a 122,35 cents/lb, e o setembro/18 tinha valorização de 25 pontos, cotado a 125,70 cents/lb.

 

"Carente de apoio fundamental, o arábica nova-iorquino fica mais vulnerável às flutuações do dólar e bastante pressionado pelo movimento de aversão ao risco, que toma conta dos mercados globais", disse em coluna na semana passada o analista Gil Carlos Barabach, da Safras & Mercado. A perspectiva de uma safra maior no Brasil parece já ter sido precificada no terminal externo.

 

No Brasil, no último fechamento, o tipo 6 duro era negociado a R$ 430,00 a saca de 60 kg em Espírito Santo do Pinhal (SP), em Guaxupé (MG) os preços estavam cotados a R$ 439,00 a saca e em Poços de Caldas (MG) estavam valendo R$ 449,00 a saca.

 

Café: Antes de feriado, cotações do arábica encerram sessão desta 5ª feira com leve alta na Bolsa de Nova York

 

As cotações futuras do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) encerraram a sessão desta quinta-feira (29) alta de cerca de 40 pontos. O mercado externo do grão teve uma sessão de ajustes técnicos e também registrou suporte do câmbio. Apesar da alta, o vencimento maio/18, referência de mercado, segue abaixo do patamar de US$ 1,20 por libra-peso.

 

O vencimento maio/18 encerrou o dia cotado a 118,15 cents/lb com valorização de 40 pontos, o julho/18 registrou 120,20 cents/lb com avanço de 40 pontos. Já o contrato julho/18 fechou a sessão valendo 122,35 cents/lb com valorização de 35 pontos e o setembro/18, mais distante, encerrou o dia a 125,70 cents/lb e 25 pontos de alta.

 

O mercado externo voltou ao lado azul da tabela depois de recuar mais de 100 pontos na véspera também com fatores técnicos e informações sobre a previsão de tempo mais seco em áreas do Brasil nos próximos dias. Agora, um movimento natural de acomodação técnica foi registrado. Apesar da alta, as cotações não esboçam forças acima do patamar de US$ 1,20 por libra-peso.

 

"Carente de apoio fundamental, o arábica nova-iorquino fica mais vulnerável às flutuações do dólar e bastante pressionado pelo movimento de aversão ao risco, que toma conta dos mercados globais", disse em coluna semanal o analista Gil Carlos Barabach, da Safras & Mercado. A perspectiva de uma safra maior no Brasil parece já ter sido precificada no terminal externo.

 

O câmbio também deu suporte aos preços externos do grão. O dólar comercial recuou na sessão desta quarta-feira 0,93%, cotado a R$ 3,3001 na venda, com o mercado de olho no exterior e a expectativa da formação da taxa Ptax no final do mês. A moeda norte-americana mais baixa em relação ao real tende a desencorajar as exportações, em compensação tende a favorecer os preços externos.

 

Nos últimos dias, as cotações do arábica na ICE também tiveram suporte importante de indicadores técnicos e a previsão de condições mais secas nos próximos dias em áreas produtoras do Brasil. A Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), no entanto, prevê boas condições para a colheita do país que começa nos próximos dias.

 

Amanhã (30), a Bolsa de Nova York não funciona por conta do feriado Good Friday nos Estados Unidos e as praças de comercialização no Brasil também ficam paralisadas por conta da Páscoa e os trabalhos, tanto internos quanto externos, só retornam na próxima segunda-feira (2).

 

Mercado interno

 

Os negócios com café arábica seguiram lentos nas praças de comercialização do Brasil durante a semana com baixos preços sendo praticados. De acordo com o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Esalq/USP), as baixas estão atreladas às recentes quedas nos preços externos da variedade, que, por sua vez, têm sido pressionados pelas perspectivas de elevada produção global, fatores técnicos e câmbio.

 

O café tipo cereja descascado registrou maior valor de negociação em Poços de Caldas (MG) com saca a R$ 481,00 – estável. A maior oscilação dentre as praças no dia ocorreu em Guaxupé (MG) com queda de 0,63% e saca a R$ 473,00.

 

O tipo 4/5 registrou maior valor de negociação em Poços de Caldas (MG) com saca cotada a R$ 471,00 – estável. As praças não tiveram oscilação no dia.

 

O tipo 6 duro anotou maior valor de negociação em Poços de Caldas (MG) com saca a R$ 449,00 – estável. A maior oscilação no dia ocorreu em Araguari (MG) com desvalorização de 3,30% e saca a R$ 440,00.

 

Na quarta-feira (28), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, teve a saca de 60 kg cotada a R$ 428,96 e queda de 0,19%.

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