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Mercado amplia ganhos na CBOT e set/18 retoma patamar de US$ 4,00/bu

O mercado segue em alta e busca consolidar o terceiro dia seguido de valorização

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25 de Abril de 2018 às 14:55

Mercado amplia ganhos na CBOT e set/18 retoma patamar de US$ 4,00/bu

FOTO: (Divulgação)

Ao longo do pregão desta quarta-feira (25), os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) ampliaram os ganhos. Às 12h01 (horário de Brasília), as principais posições da commodity subiam mais de 5 pontos. O vencimento maio/18 era cotado a US$ 3,86 por bushel, enquanto o julho/18 operava a US$ 3,95 por bushel. O setembro/18 retomou o patamar de US$ 4,00 por bushel, negociado a US$ 4,01 por bushel.

 

O mercado segue em alta e busca consolidar o terceiro dia seguido de valorização. "Os mercados de grãos estão nervosos e se consolidando à medida que o comércio lida com fatores importantes, como: o lento progresso de plantio, a taxa de juros nos EUA e a fraqueza nos índices de ações", destacou a Allendale em seu comentário diário.

 

A safra americana continua como fator principal de direcionamento no mercado. A semeadura do milho está completa em 5% da área esperada para essa temporada e segue abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, de 15%, conforme dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

 

Contudo, a perspectiva é que o clima melhore a partir de agora no Meio-Oeste americano. Com isso, a expectativa é que os produtores avancem com os trabalhos nos campos.

 

BM&F Bovespa

 

Novamente, a combinação de alta em Chicago e no dólar, impulsiona os preços na bolsa brasileira. Perto das 12h04 (horário de Brasília), os vencimentos do cereal exibiam ganhos entre 1,30% e 1,79%. O maio/18 trabalhava a R$ 39,70 a saca e o setembro/18 era cotado a R$ 37,65 a saca.

 

A moeda norte-americana era cotada a R$ 3,5058 na venda, com alta de 1,05%, às 12h11 (horário de Brasília). Nos últimos quatro pregões, o câmbio acumula alta de 2,64%.

 

"O dólar é influenciado pelo cenário externo em meio a leituras de que o aperto monetário nos Estados Unidos pode ser mais firme do que o inicialmente previsto e afetar o fluxo de capital global", reforçou a Reuters internacional.

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