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Clarão no céu intriga moradores do RS, Argentina e Uruguai - VÍDEO

Clarão no céu intriga moradores do RS, Argentina e Uruguai - VÍDEO

DA REDAÇÃO

1 de Agosto de 2015 às 10:01

Clarão no céu intriga moradores do RS, Argentina e Uruguai - VÍDEO

FOTO: (Divulgação)

Um objeto emitindo uma luz verde intensa rasgou o céu na noite desta quinta, intrigando brasileiros, uruguaios e argentinos. De formato circular e com uma longa cauda vermelha, ele passou em alta velocidade, por trás das nuvens, mas foi capturado em fotos e vídeos.
 
Em questão de minutos, as imagens e relatos de testemunhas, principalmente da Argentina, Uruguai e do Rio Grande do Sul, espalharam-se pela internet.  Há relatos de visualizações em Porto Alegre, Rosário do Sul, Novo Hamburgo, Quaraí e na região do Paranhana. No Twitter, a hashtag #CieloVerde e o termo "OVNI" ficaram nos trending topics na região de Buenos Aires. Em alguns dos vídeos, o objeto é acompanhado por dez segundos ou mais. Mesmo correndo por trás das nuvens, sua forte luminosidade é visível.
 
Uma das hipóteses mais prováveis é que se trate de um meteoro. Essa é a impressão de Gilberto Klar Renner, que há mais de 20 anos atua no planetário da UFRGS. Mesmo assim, ele acredita que tenha sido uma situação invulgar:
 
— Este está um pouco diferente, porque está mais brilhante. É um meteoro especial, uma coisa fora do comum. Não é um típico aparecimento de meteoro.
 
Meteoro, explica Renner, é um fenômeno luminoso, geralmente provocado por uma partícula, rochosa ou metálica, que ingressa na atmosfera. Os meteoros se vaporizam na atmosfera, enquanto os meteoritos chegam a ter contato com a superfície.
 
Para Marcelo Bruckmann, físico e técnico do observatório astronômico da PUCRS, o corpo visto nesta quinta pode ser formado por lixo espacial.
 
— Geralmente, quando são objetos originários do espaço, esses objetos acabam se fragmentando. Esse objeto pode ser um fragmento de lixo espacial, que entrou em contato com a nossa atmosfera. Isso explica ele ter uma longa extensão. As partículas ou fragmentos de algum objeto que está orbitando a Terra vão se aproximando até entrar em rota de queda. Quando entra na atmosfera ele sofre um superaquecimento. — afirma Bruckmann.

 

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