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INVESTIGAÇÃO: Jornalista teria sido morto por ter se relacionado com mulher casada

A assassinato aconteceu no início de outubro e os suspeitos foram presos nessa terça-feira (27)

O LIVRE

29 de Novembro de 2018 às 14:43

INVESTIGAÇÃO: Jornalista teria sido morto por ter se relacionado com mulher casada

FOTO: (Divulgação)

Dois homens foram presos na tarde dessa terça-feira (27) acusados de assassinar o empresário e jornalista Elias Corrêa dos Santos, 36 anos, a pauladas, no dia 6 de outubro deste ano. O motivo do crime seria um relacionamento que Elias teria tido com a mulher de um dos criminosos, dois anos antes do crime.

 

Os crime aconteceu na cidade de São José do Rio Claro (310 km de Cuiabá), dentro de um hotel. Elias, que era dono do site TopRioClaro, foi encontrado sem vida, dentro de um quarto do Hotel Matrinchã. Ele estava com as pernas amarradas e foi morto a pauladas.

 

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marcelo Carvalho, os suspeitos foram identificados menos de uma semana depois do crime, porém, foi necessário aguardar algum tempo para finalizar as investigações antes de realizar a prisão.

 

“A Polícia Civil protelou as prisões para apurar outras linhas investigativas e realizar o confronto de todas as motivações prováveis para o homicídio, de modo a afastar a hipótese de alguma motivação relacionada à atividade jornalística exercida pela vítima”, disse o delegado.

 

Adeilson de Oliveira, 29 anos, e Marcos Paulo Castil de Santana, 24 anos, foram presos em Nova Mutum (260 km de Cuiabá). As investigações apontaram que a vítima foi assassinada após se hospedar no mesmo hotel em que os suspeitos estavam e ser reconhecida por um deles, Adeilson.

 

O assassino já conhecia o jornalista há pelo menos dois anos, quando, segundo as investigações, Elias teve um relacionamento com a esposa do suspeito, mesmo sabendo que ela era casada.

 

O veículo utilizado pelos dois para fugir do hotel após o crime, um Fiat Idea de cor branca, foi apreendido pela Polícia Civil. Os suspeitos foram encaminhados para a Cadeia Pública de São José do Rio Claro. Um primo de Adeilson também é suspeito de ter participado do crime, mas não foi encontrado e segue foragido.

 

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