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FEMINICÍDIO: Brasileiro que matou mineira em Londres é condenado a prisão perpétua

Aliny Mendes, de 39 anos, foi morta a facadas em 8 de fevereiro deste ano. O ex-companheiro dela, Ricardo Godinho, de 41, foi o autor do assassinato

ESTADO DE MINAS

19 de Julho de 2019 às 14:27

FEMINICÍDIO: Brasileiro que matou mineira em Londres é condenado a prisão perpétua

FOTO: (Divulgação)

Foi condenado a prisão perpétua pelo assassinato da mineira Aliny Mendes, de 39 anos, o brasileiro Ricardo Godinho, de 41. Ele é ex-companheiro da vítima. O homicídio foi registrado em 8 de fevereiro deste ano em Londres.  Aliny foi atacada a facadas quando estava a caminho da escola de seus filhos. No momento do crime, ela estava com uma das crianças no colo. 
 

Aliny era mãe de quatro filhos e estava separada. Ela se deslocava para buscar três filhos na escola no momento do crime. De acordo com as investigações, quando passava por uma estrada, em um local considerado tranquilo pelas autoridades, o assassino saiu do banco do passageiro de uma caminhonete e atacou a brasileira. Ele gritou Aliny pelo nome antes de esfaqueá-la. 
 

Durante o julgamento, segundo informou a BBC, o acusado confessou apenas o homicídio culposo – quando não há intenção de matar. A promotora Kate Lumson disse que o assasinato foi cometido pelo homem como forma de punir a vítima. Segundo ela, seria uma vingança por Aliny não deixar Ricardo ver os filhos. 
 

Ao condenar o homem, o juiz Thornton lembrou que o crime foi cometido na frente de uma das filhas do casal e ressaltou a forma como o crime foi cometido. "Quando ela começou a cair no chão você continuou a esfaqueá-la”, disse. “Você deixou sua filha vendo sua mãe morrer ... nenhuma criança deveria ter que ver o que sua filha de três anos viu naquele dia”, completou.

 

Ataques nas redes sociais


Desde a época do crime, vários comentários foram postadas na página de uma rede social do homem na Internet. "Você tirou o que essa crianças mais amavam! O mundo delas! Você não matou somente a Aliny, mas seus filhos também! Que você nunca mais saia da cadeia, monstro, e que eles nunca te perdoem", diz uma das postagens. Publicações na rede social mostram que o suspeito vivia em Epsom, a cerca de seis quilômetros do local do crime e trabalhava com reformas.

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