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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: Ameaçada de ter família assassinada, psicologa é estuprada pelo ex

Ele não aceita fim do relacionamento e depois que viu uma foto da vítima com o atual namorado passou a fazer ameaças de morte

O LIVRE

14 de Setembro de 2019 às 10:59

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: Ameaçada de ter família assassinada, psicologa é estuprada pelo ex

FOTO: (Divulgação)

Uma psicóloga de 51 anos que mora em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá) tem vivido momentos de terror em decorrência de ameaças e violência praticada pelo ex-companheiro, de 30 anos. Ela chegou a ser estuprada e mantida em cárcere privado por pelo menos cinco horas, enquanto o suspeito ameaçava matar toda a família dela.

 

Conforme o relato da vítima, ela manteve um relacionamento com o acusado por quatro anos, mas ele era dependente químico e, depois de várias tentativas de lutar pela recuperação dele, ela não suportou mais e resolveu terminar o relacionamento.

 

Ele, porém, não aceita o término e após ver uma foto da vítima com o atual namorado passou a ameaçá-la dizendo que irá matá-la, depois a uma das netas e por fim ao filho dela.

 

Na última segunda-feira (10) ele ligou 42 vezes para a ex-companheira. Na terça-feira (11) ligou 70 vezes somente pela manhã. E no mesmo dia, por volta das 23h50, fez várias chamadas de vídeo, até que ela atendeu e ele mostrou um revólver e fez um disparo para mostrar que a arma era verdadeira.

 

Depois disso, ele disse que estava em um motel e caso a ex-namorada não fosse até o local, mataria o filho dela, uma das netas e a filha dela.

 

Com medo, ela foi ao encontro do ex. No local, ele rasgou toda a roupa da psicóloga, a estuprou e a manteve em cárcere privado até as 5 horas da manhã da quarta-feira (12), depois a libertou.

 

Na quinta-feira (13) ele ligou novamente para a ex-namorada, na companhia da atual mulher dele, dizendo que queria todos os móveis pertencentes a ela, senão iria atrás da filha dela e o “chicote iria estalar”, consta no boletim de ocorrência.

 

A psicóloga disse à polícia que como teve um envolvimento emocional com o acusado não pode emitir um laudo psicológico para ele, mas que acredita que ele sofre de transtorno de oposição desafiante e tem também traços de psicopatia e que qualquer profissional da área psicológica ou médico psiquiatra poderia constatar isso em laudo.

 

A mulher ainda fez outras acusações, como a possibilidade do ex ter feito parte de assaltos durante uma viagem a São Paulo no início do mês.

 

O caso, dessa vez, foi registrado como ameaça e estupro e será investigado pela Polícia Judiciária Civil.

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