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Coletivo Madeirista é o vencedor do Digital Art Awards da Unesco

Coletivo Madeirista é o vencedor do Digital Art Awards da Unesco

DA REDAÇÃO

22 de Março de 2008 às 11:41

Coletivo Madeirista é o vencedor do Digital Art Awards da Unesco

FOTO: (Divulgação)

Um grupo de artistas de Porto Velho o "Coletivo Madeirista" é o grande vencedor do Digital Art Awards 2007, uma premiação internacional concedida pela UNESCO a artistas emergentes e suas realizações criativas cujos projetos promovam uma reflexão inovadora entre arte e tecnologia e sua interação na sociedade de informação. A cidade de Porto Velho e o Brasil portanto, serão representados na Bienal de Sharjah nos Emirados Árabes de 31 de março a 3 de abril pelo Coletivo Madeirista com um workshop para arte-educadores locais e de diversos países e uma apresentação de vídeo mostrando suas ações artísticas. A Unesco ainda não divulgou o resultado oficial no site, mas a sua representação em Paris já contatou o grupo em Porto Velho informando que o Coletivo Madeirista (formado por Joesér Alvarez, Rinaldo Santos, Flávio Dutka, Jean Ricardo, Gaspar Knippel, Luis Dantas, Adão Viotto e Deivis Nascimento) foi o grande vencedor do Digital Art Awards 2007, cujo tema esse ano foi "Sons e imagens de minha cidade". Para ter-se uma idéia de quão acirrada foi a concorrência, basta dizer que estiveram no páreo projetos diversos como os da Croácia, Taiwan, Paquistão, Coréia do Sul , Romênia, Tunísia, Bangladesh, Egito, Alemanha, Senegal, Canadá, Irã, Palestina, França,Sérvia, África do Sul,Holanda, Israel, Inglaterra,Grécia, Síria, Kurdistão, China, Estados Unidos, Polônia, Suíça, Bolívia, Argentina, Austrália, Slovenia, Moldova, Chile, Mexico, Latvia, Jordania, Burkina-Faso, Japão e 5 outros trabalhos do Brasil. “Inventário das Sombras” O projeto “Inventário das Sombras” foi concebido durante uma oficina realizada pela FUNARTE em outubro de 2004, a partir da calçada da Casa de Cultura Ivan Marrocos, e desde então, se espalhou por outras cidades do Brasil,tendo sido realizado nas ruas de São Paulo, Vitória e durante a última Bienal da UNE, no Rio de Janeiro recriando uma "calçada da fama" entre a Lapa e o Circo Voador. A proposta é simples: "não requer prática nem tampouco habilidade e qualquer um pode fazer", basta pintar a própria sombra fazendo um grafismo que registre a presença da pessoa naquele momento, naquele lugar, e está pronto. Cria-se uma galeria de arte pública, de livre acesso. Cria-se uma celebridade instantânea. Potencializa-se a criação de novos artistas confirmando o que o grande mestre Joseph Beuys dizia: "todos são artistas". Mais além da tradição hermética da Arte encerrada nas galeria, museus e coleções particulares, questiona-se a "aura" da Arte, o fetiche da mercadoria, o papel da arte pública, a apropriação do espaço urbano, o desejo de celebridade, absência/imanência, enfim, uma diversidade de conceitos chegam ao grande público nas calçadas e avenidas, mostrando cada vez mais que a arte está ligada à vida, ao cotidiano das pessoas e que o artista tem de ir mais do que nunca, aonde o povo está. PARA SABER MAIS: http://portal.unesco.org/culture/en/ev.php-URL_ID=32309&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html www.coletivomadeirista.tk

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