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CAOS: Prefeitura adotará medidas drásticas em relação aos blocos no Rio

“Chegamos ao limite. Limite de desfiles, limite de estrutura. Então, a palavra do próximo ano é rigor”

GLOBO.COM

14 de Fevereiro de 2018 às 10:06

CAOS: Prefeitura adotará medidas drásticas em relação aos blocos no Rio

FOTO: (Divulgação)

Com 473 blocos autorizados a desfilarem nas diversas regiões da cidade, a estimativa é de 6 milhões de foliões tenham tomado as ruas do Rio de Janeiro. A alegria da festa veio acompanhada por uma situação caótica na cidade.

 

Diante desse quadro caótico, o presidente da Riotur, Marcelo Alves, afirmou que a Prefeitura do Rio terá mais rigor na organização do carnaval de 2019. “Chegamos ao limite. Limite de desfiles, limite de estrutura, limite de realmente avaliações. Então, a palavra do próximo ano é rigor”, afirmou Alves.

 

A proposta da prefeitura é retirar das ruas no carnaval do próximo ano os blocos que concentram multidões de foliões. É o caso, por exemplo, do Bloco da Favorita, em Copacabana, ou do Fervo da Lud que, comandando pela cantora Ludmilla, estreou nesta terça-feira arrastando milhares de foliões pelo Centro.

 

Decisão rigorosa

 

“Eu acho que, realmente, nós precisamos colocar todos numa mesa. Não só moradores, mas todos os órgãos públicos, ouvi-los, técnicos, e tomar decisões muito rigorosas. Chegamos ao limite de megablocos em certos locais. Vamos definir um ou dois locais que não atinja moradores, para que realmente esses megablocos tenham estrutura”, declarou o presidente da Riotur.

 

Segundo ele, “mega blocos são mega shows, e mega shows têm que ter mega estrutura de segurança, de limpeza, de educação, de consciência, de controle. É isso que a gente vai fazer para o próximo ano”.

 

A prefeitura tentou implantar, ainda no carnaval deste ano, um “blocódromo”. Chamado de Arena do Carnaval, o espaço seria montado onde funcionou o Parque dos Atletas, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade. A montagem da área custaria cerca de R$ 3 milhões e foi alvo de diversas críticas.

 

Depois da pressão popular, a Riotur voltou atrás e decidiu estrear a arena somente em julho. O órgão de turismo alegou que o reposicionamento do projeto tem o objetivo de fortalecer a agenda de eventos da cidade, o realizando no período das férias.

 

Sujeira

 

Após a passagem dos blocos pelas ruas da cidade, o que se via eram amontoados de lixo por todos os lados. A desordem tomou conta do transporte público.

Fonte: Globo.com

Edição: Rondoniaovivo

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