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Fesec explica e prova que denúncia é infundada

A Federação das Escolas de Samba responde as acusações da Escola Armário Grande e desmente fim do grupo de acesso

DA REDAÇÃO

2 de Março de 2018 às 16:20

Fesec explica e prova que denúncia é infundada

MEstre Sala e Porta Bandeira da Tri-Campeã Asfaltão FOTO: (Divulgação)

Na tarde de hoje o Presidente da Federação das Escolas de Samba e Entidades Carnavalescas (Fesec), procurou o Rondoniaovivo para esclarecer as denúncias recebidas da Escola Armário Grande, última colocada no Desfile das Escolas de Samba deste ano, pois ficou na disputa de duas agremiações em segundo lugar no Grupo de Acesso. Acima disso quatro escolas figuram no Grupo Especial.

 

Hudson fez questão de apresentar a relação do Corpo de Jurados. “Buscamos sempre formar o corpo de jurados com especialistas nas áreas, músicos, profissionais, jornalistas e demais pessoas que tem participação comprovada no movimento”, explica o presidente.

 

Reclamação

A Escola Armário Grande reclamou para a reportagem dois fatos. O primeiro o critério de julgamento de carros alegóricos e o segundo item a fantasia dos ritmistas da Acadêmicos da Zona Leste, que venceu o grupo de acesso e subiu para o especial. Hudson apresentou que os dois jurados responsáveis por Alegorias e Adereços, deram notas maiores para a escola reclamante. O presidente também explicou que a Bateria é julgada por músicos que avaliam a parte artística musical e que a fantasia novamente era dos jurados de Alegorias e Adereços, logo tiveram notas maiores.

 

Neste quesito a Armário Grande teve duas notas 10 em Alegoria e duas notas 10 em Adereços. A Acadêmicos da Zona Leste teve uma nota 10 e três 9,9. “Neste ponto eles venceram, agora tem mais outros vários quesitos que são a Bateria, Samba Enredo, Harmonia, Evolução, Fantasias, Comissão de Frente, Mestre Sala e Porta Bandeira e Alegoria e Adereços”, explicou. “Nisso a escola acabou perdendo pontos e no final não venceu”, completou.

 

Fesec

Na matéria que o Presidente da Armário Grande afirmou que a entidade estava ilegal, o presidente explicou que, ao assumir em 2015, sucedendo o ex-presidente Ariel Argobe, havia muita dificuldade para a prestação de contas. “Não havia de 2002 até 2012, e regularizamos até 2011 e pretendo entregar em abril, que teremos eleições, com tudo legalizado”, comentou.

 

O motivo alegado para a dificuldade da prestação de contas é pó que até este ano, havia o repasse de verba para as escolas da seguinte forma. “A Funcultural passa a Fesec, que repassa as Escolas e ai temos que prestar contas de algo que não gastamos”, explica Hudson. “A demora pra receber as prestações de contas é o problema e conseguimos mudar o sistema para o próximo ano, onde a Funcultural repassa direto para as escolas a verba e que cada uma esteja em dia com suas documentações para garantir o recurso e que prestem contas”, afirmou.

 

A Fesesc explicou ainda que após o desfile as agremiações têm 48 horas para oficiar a entidade organizadora e em caso de dúvida, reúne o corpo de jurados e analisa. “Nenhuma Escola de Samba nos notificou e por isso nem nos reunimos com a escola reclamante”, disse Hudson. “Sobre o fim do Grupo de Acesso não pode ser feito, Pois vai contra o estatuto, e isso gera a competição para o Grupo Especial, objeto da competição, senão as escolas recebem o recurso público e podem entrar em zona de conforto e não é por ai”, finalizou.

 

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