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Lenha na Fogueira, por Zékatraca

Arraial do Flor do Maracujá, Mulheres do Aluá, Klinger Araújo e História dos Amos de Porto Velho.

ZÉKATRACA

9 de Maio de 2018 às 08:27

Lenha na Fogueira, por Zékatraca

FOTO: (Zékatraca)

Na última segunda feira 07, aconteceu no gabinete do superintendente da Sejucel Rodnei Paes, reunião com os dirigentes da Federon, Funcultural e representantes de uma Rede TV local.

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A pauta, como viabilizar recursos para os grupos folclóricos montarem suas apresentações para o Arraial Flor do Maracujá. Acontece que a Federon está impossibilitada de firmar convênio com o governo estadual e assim sendo, o repasse aos grupos fica na dependência de uma entidade que satisfaça a Lei, ou seja, que promova eventos do tipo Arraial Flor do Maracujá.

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Quanto a estrutura de arquibancadas, iluminação, sonorização, tendas, banheiros químicos etc. Não tem problema, porque a contratação é feita através de Licitação ou Ata de Preço. O problema mesmo é quanto a ajuda de custo aos grupos folclóricos.

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O interessante, foi que mesmo os dirigentes da Federon sugerindo a liberação por parte do governo, para que seja cobrado ingresso para o público entrar no Parque dos Tanques com o arrecadado sendo repassado aos grupos, livrando o governo desse “pepino”, foi aconselhada a não levar adiante a idéia, pois, queira ou não o governo estará presente na montagem do Arraial.

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Amigos ligados aos movimentos culturais em Porto Velho e no estado de Rondônia. No próximo dia 18 deste mês, o Ministro da Cultura estará em Porto Velho se reunindo com os militantes culturais. Vamos desde já, nos preparar para levantar a seguinte questão:

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Por que em eventos como Festival de Parintins, Desfiles das Escolas de Samba do Rio de Janeiro e São Paulo e outros grandes eventos. Mesmo com o governo participando repassando recursos para os grupos se apresentarem, é cobrado ingresso?

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E aqui em Porto Velho a Federon apesar de não receber nenhum tostão do governo estadual e municipal para repassar aos grupos folclóricos, é impedida de cobrar ingresso no Flor do Maracujá!

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Vamos procurar saber do Ministro se o Ministério Público e o governo de Rondônia podem impedir essa prática. Qual a solução para esse caso.

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É bom lembrar que noventa e nove por cento das produções cinematográficas brasileiras, contam com recursos do governo federal através da Ancine e outros órgãos e mesmo assim, para você assistir os filmes, tem que pagar ingresso.

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Seria ótimo que representantes do Ministério Público, Controladoria e Tribunal de Contas do Estado de Rondônia se fizessem presente nessa discussão perante o Ministro da Cultura. Tenho certeza que Sá Leitão não concordará com o impedimento da cobrança de ingresso em eventos como o Arraial Flor do Maracujá.

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Outro exemplo: A maioria dos estádios de futebol são mantidos pelo governo, seja federal, estadual ou municipal. O Maracanã antes da Copa do Brasil era do governo, aqui em Porto Velho o Aluízio Ferreira é do governo estadual porém, se cobra ingresso dos torcedores.

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Como as autoridades, alegam que a Federon não pode cobrar ingresso, porque o Flor do Maracujá é realizado no Parque dos Tanques que pertence ao governo estadual. Por que liberam a cobrança de ingresso no estádio Aluízio Ferreira que também é do governo estadual.

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Por esses dias, vai acontecer um jogo entre a seleção brasileira de vôlei e a seleção holandesa no Ginásio Cláudio Coutinho. O superintendente da Sejucel em entrevista a uma emissora de televisão, disse que será cobrado ingresso.

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Aí se ver, que alguma coisa está errada, ao não liberarem a cobrança de ingresso por parte da Federon para o Arraial Flor do Maracujá. Vamos questionar o Ministro sobre esse impedimento!

 

Mulheres do Aluá volta a Porto Velho nesta sexta feira, no teatro 1 do Sesc
 

Como uma das atrações do Programa Palco Giratório do Sesc Nacional, a peça “As Mulheres do Aluá” será apresentada em Porto Velho na noite desta sexta feira dia 11, às 20 horas, no teatro 1 do Sesc Esplanada com entrada franca.

 

Sinopse

 

Mulheres de diferentes épocas que foram condenadas, num período em que o pensamento homem é que determinava a condição de cada uma delas. Com histórias marcadas pelas violências e pelas dificuldades enfrentadas em um ambiente hostil e opressor do passado na Amazônia. Uma investigação cênica que coloca em foco a relação de gênero e o universo feminino. Quem são essas mulheres?

 

A produção é do grupo de teatro O Imaginário. Fundado com o objetivo de pesquisar e investigar as diversas linguagens artísticas, este grupo é dirigido pelo ator e diretor Chicão Santos, que trouxe para o panorama amazônico um jeito inovador e transgressor de pensar o fazer teatral. Em seus trabalhos sempre busca discutir a relação do público, do teatro e da cidade. Já no seu espaço, o Tapiri, investe na qualificação artística e nas trocas em busca de uma biopolítica para a Amazônia.

 

Ficha técnica

 

Elenco: Agrael de Jesus, Amanara Brandão, Flávia Diniz e Zaine Diniz

Dramaturgia: Euler Lopes Teles

Pesquisa: Chicão Santos e Nilza Menezes

Concepção de figurino: Zaine Diniz

Concepção Cenográfica e Luz: Chicão Santos

Execução de cenário: Ismael Barreto

Operação de Luz: Edmar Leite

Operação de Som: Chicão Santos

Preparação das bebidas (Aluá e Chicha): Sacerdotisa Yakolecy e Arlete Cortez

Músicas – Mãe Preta de Tim Maia (Grupo Minhas Raízes) e Aluá de Sílvio M. Santos

Participação musical: As Pastoras do Asfaltão.

Preparação de dança: Cristina Pontes

Preparação de voz: Marcos Grutzmacher

Fotografia: Leonardo Valério

Assessoria de Imprensa/Comunicação; Eliane Vianna

Assessoria de Redes Sociais: Luísa Costa

 

Produção e direção: Chicão Santos.

 

Klinger Araújo canta no Encontro dos Bumbás

 

A Liga dos Bois Bumbás de Porto Velho – Guarnecer, realiza no próximo sábado dia 12, no Mercado Cultural o “1º Encontro dos Bumbás”.

 

O evento vai reunir no Calçadão Manelão os principais itens dos bumbás Corre Campo, Diamante Negro, Marronzinho, Az de Ouro, Manhoso, Vencedor e Tira Teima num encontro inédito, cujo objetivo e engrandecer a brincadeira de Boi Bumbá em Porto Velho. Segundo a presidente da Guarnecer professora Simone Guedes este será o primeiro de vários eventos que serão realizados pela Liga durante este ano. “Vamos mostrar que nossos grupos de Bois estão unidos e com um pensamento comum, que é fazer com que o público volte a prestigiar a brincadeira em nossa capital”.


 

Klinger Araujo

 

O levantador de toadas de Parintins Klinger Araújo será a grande atração da noite dos bumbás de Porto Velho.

 

Sua grande ascensão como levantador de toadas aconteceu no ano de 1990, quando se apresentou pela primeira vez com o Boi-bumbá Garantido. Anos depois, Klinger foi convidado para cantar no Boi-bumbá Caprichoso onde se firmou nas raízes folclóricas do ‘boi azulado’. Seu sucesso foi tão grande que no ano de 1996, o artista foi convidado por um grupo de empresários, para divulgar a cultura do boi-bumbá pelo Brasil. As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro foram seu destino, onde participou de vários programas. Seu trabalho também atravessou as fronteiras do país, com turnê internacional em Las Vegas, Dallas, New Orleans, New York, entre outras cidades americanas.

 

Atualmente, Klinger Araújo é levantador de toadas e backing vocal do Boi-bumbá Caprichoso.


 

História dos Amos de Porto Velho

Convidado pela direção da Guarnecer, o compositor e Mestre da Cultura Popular e da brincadeira de Boi Bumbá em Porto Velho Sílvio Santos, vai lembrar toadas dos anos 50/60/70 e 80 cantadas pelos Amos Cabo Fumaça (boi Fortaleza), Suritiba (Pai do Campo), Augusto Queijada (Flor do Campo), Galego (Corre Campo), Caetano (Caprichoso), Ventania e Carlos Mariano (Corre Campo), Zé Luiz (Garantido) e Nonato Guedes (Az de Ouro). “De cada um desses Amos vamos cantar o refrão de uma toada”, garantiu Sílvio.

 

O levantador de toadas Thiago Paiva a revelação dos bumbás de Porto Velho, fará o show de abertura do evento, acompanhado pelos melhores músicos de cada grupo de bumbá da capital.

 

O espetáculo está marcada para iniciar as 19 horas de sábado dia 12, no Mercado Cultural e a mesa para 4 pessoas custa apenas R$ 40.

Lenha na Fogueira, por Zékatraca
Lenha na Fogueira, por Zékatraca

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