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Confira a coluna "Lenha na Fogueira", por Zékatraca

Boi Bumbá Teimoso, hoje no Arraial Flor de Cacto

ZÉKATRACA

29 de Maio de 2018 às 11:28

Confira a coluna "Lenha na Fogueira", por Zékatraca

FOTO: (Divulgação)

Os postos de combustíveis de Porto Velho normalizaram o atendimento. Apesar de alguns caminhoneiros não concordarem com o acordo firmado, entre seus representantes e o governo federal.

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Não tem nem pra onde correr dessa vez, pois os dirigentes sindicais dos caminhoneiros autônomos participaram da reunião com o governo federal e concordaram com a proposta. Agora vem uns quatro gatos pingados, dizer que aqueles cidadãos que estavam no palácio não os representam.

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Não é por aí, acordo é acordo. Palavra é palavra. No primeiro momento todo mundo concordou com os caminhoneiros, pois seus verdadeiros representantes não participaram ou se retiraram da reunião. Agora não! Além de estarem presentes, foram atendidos em suas reivindicações. Então vamos tirar o pé do freio e colocar a carreta pra rodar. O resto é política “rasteira”.

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Uma coisa é reivindicar, outra é bagunçar a reivindicação. Vamos deixar a política partidária de lado e partir para as políticas pública. Vamos lutra por um Brasil de todos e para todos. O povo brasileiro agradece a classe caminhoneira pelo alerta ao governo, de que, quando o povo quer e se une, ninguém o vence. Assim deveríamos agir nas próximas eleições. Vamos dizer que queremos um Brasil bem melhor do que este que estamos vivendo. Com os políticos tirando nossos direitos e usurpando o erário púbico na maior cara de pau!.

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Vimos o quanto eles, os governantes, menosprezaram os caminhoneiros ao não darem importância ao documento apresentado em outubro do ano passado, nos quais já constavam as reivindicações que agora foram atendidas pelo governo. Vai que algum “ASPONE” disse: “Não liga não presidente, isso daqui a pouco eles esquecem”. Pois é, não esqueceram, e quando o “calo” apertou de vez, mostraram ao governo que não estavam brincando.

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A falta de respeito para a categoria “Carga Pesada” sobrou para a população como toda, pois os gêneros alimentícios passaram a ficar escassos e até faltar nos supermercados e feiras. O povo não sentiu tanto a alta do preço dos combustíveis, mas, quando falta tomate, batata, arroz, feijão e até carne, o negócio pega e aí, deu no que deu e ainda vai dar muito mais quando outubro chegar.

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O povo eleitor jamais se esquecerá que quase nos transformamos numa Venezuela onde mesmo com dinheiro no bolso, não se encontra gêneros de primeira necessidade para comprar. Uma coisa é ficar andando a pé, por falta de combustível, outra coisa é ficar sem se alimentar por falta de respeito do governo federal para com os caminhoneiros. “Saco vazio não fica de pé”.

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Para criar a Petrobras Getúlio Vargas criou a Frase: “O Petróleo é Nosso”. Então, o Petróleo pode até ser nosso, mais, seu lucro financeiro é apenas de meia dúzia de corruptos e assim o povo fica sofrendo.

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Apesar de não ser um especialista em politica, não tem como não dizer que o governo federal não atendeu as reivindicações dos caminhoneiros, agora falta a categoria cumprir com o que foi acordado.

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Se se acham prejudicados, “Inês é morta”. O negócio é colocar o “rabo” entre as pernas sentar a frente do volante e voltar a correr pelas estradas, mal tratadas desse imenso Brasil.

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Vamos apenas dar um tempo ao governo. Serão sessenta dias, depois o negócio é só voltar a trafegar, se as estradas forem recuperadas totalmente.

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Graças a Deus que Porto Velho, apesar dos mal tratos, é uma cidade abençoada, basta lembrara que nosso combustível vem de balsa pelo rio e rio só é bloqueado pelos bancos de areia, mesmo assim, os “Práticos” sabem onde eles estão e desviam.

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Acabou ou não acabou a greve dos caminhoneiros?

 

Boi Bumbá Teimoso, hoje no Arraial Flor de Cacto


 

A quinta noite do XXI Arraial Flor de Cacto, tem como uma das atrações o Boi Bumbá “Teimoso”, que vem do município de Candeias do Jamary.

 

A outra atração desta terça feira 29, no Flor de Cacto é a Junina “Nova Estação” comandada pelo Allan que com certeza, vai mostrar a coreografia que a consagrou como uma das melhores quadrilhas do Arraial Flor do Maracujá. Os grupos desta terça feira não estão concorrendo ao prêmio de R$ 10 Mil, que será oferecido ao grupo de quadrilha que ganhar o 1º lugar na XXI edição do Flor de Cacto.

 

O concurso contou com a ótima apresentação do grupo de quadrilha de Candeias do Jamary “Unidos do Palheiral”, que aconteceu na noite de domingo dia 27. “Até agora foi o melhor grupo”, destacou o radialista Marcelo Melo.

 

A noite de segunda feira 28, foi dedicada ao segmento gospel. “Isso faz parte da parceria com o poder público”, disse o Presidente Clodoaldo Negaça.

 

O Festival volta na noite de quarta feira 30 e vai até sábado 2 de junho, com as apresentações dos grupos de quadrilhas: A Roça é Nossa (4° feira); Mocidade Junina (5ª feira); Rádio Farol (6ª feira) e Flor da Primavera (sábado).

 

O encerramento do XXI Arraial Flor de Cacto vai acontecer domingo dia 3, com apresentação especial da quadrilha campeã do Flor do Maracujá de 2017 JUABP e da quadrilhaRaio de Sol quem vem do município amazonense de Humaitá.

 

As apresentações folclóricas no Arraial Flor de Cacto começam todas as noites, as 22 horas.

 

O Imaginário de Porto Velho classificado no Rumos Itau Cultural 2017/18


 

O Itaú Cultural anunciou nesta segunda-feira, 28 de maio, em coletiva de imprensa e pelo site www.itaucultural.org.br/secoes/rumos, os projetos selecionados pelo Rumos 2017-2018, programa do instituto para o fomento à produção artística e cultural brasileira. A instituição recebeu 12.616 projetos de todo o Brasil e selecionou 109, que contemplam os 26 estados e o Distrito Federal e impactam todas as regiões.

 

Nesta que é a 18ª edição do edital, registra-se uma crescente inflexão nas temáticas abordadas em consonância com a atualidade, como negritude, LGBTQIA+, questões indígenas e assuntos ligados à mulher. A inclusão de ferramentas de acessibilidade, facilitando o acesso e participação de surdos e pessoas cegas ou com baixa visão se reflete nos resultados. Cinco projetos contemplados – um deles de um proponente surdo, em que a Língua Brasileira de Sinais (Libras) surge como fonte primária de expressão, e os demais de ouvintes e videntes – comprovam a importância da iniciativa. Vale observar, ainda, que também se percebe o protagonismo de indígenas na concepção dos projetos propostos com esta temática.

 

“Observamos nesta edição, que em projetos como esses, de perfil étnico e de comunidades específicas, há uma maior participação do artista, pesquisador ou agente da obra proposta, que passa a ser, ao mesmo tempo, objeto e sujeito da ação a que se propõe”, observa Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural. “Este cenário confirma o novo paradigma que a cultura brasileira precisa alcançar, indo um passo adiante do acesso à arte e à cultura, embora isso continue sendo de alta relevância”, continua. “O novo paradigma, hoje, é a participação como pressuposto para a ação cultural e as políticas públicas, na qual o sujeito e o objeto se mesclam para o pleno exercício dos diretos culturais, permitindo, assim, transformar a si e, ao se transformar, também transformar o seu o entorno”, conclui Saron.

 

As propostas inscritas foram examinadas por 40 avaliadores, contratados pelo instituto entre as mais diversas áreas de atuação e regiões do país, os quais realizaram a primeira fase seletiva. Em seguida, na segunda fase, os projetos passaram por um profundo processo de avaliação e análise pela Comissão de Seleção, multidisciplinar, formada por 21 profissionais que se inter-relacionam com a cultura brasileira, incluindo os gestores da própria instituição.

 

O Imaginário

 

A Associação Cultural O Imaginário de Porto Velho-RO, teve o projeto “Memórias poéticas: sobreviventes do crescimento das árvores”, classificados pelo Programa Rumos Itau Cultural 2017/2018.

 

O projeto apresentado pelo O Imaginário, é referente ao estudo e pesquisa cênica de narrativas de mulheres que viveram e vivem em ambiente extremamente hostil, subjugadas pelo “pensamento-homem” nos seringais do Vale do Guaporé, em Rondônia. Será criado um espetáculo contemporâneo com temas como questões de justiça e poder, relação de gênero, universo feminino e uma reflexão do próprio sentido da representação cênica e da atuação das mulheres.

Confira a coluna "Lenha na Fogueira", por Zékatraca
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