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ANIVERSÁRIO: Confira a coluna "Lenha na Fogueira", por Zékatraca

2 de outubro a programação homenageia os 104 anos de Porto Velho.

ZÉKATRACA

28 de Setembro de 2018 às 09:23

ANIVERSÁRIO: Confira a coluna "Lenha na Fogueira", por Zékatraca

FOTO: (Divulgação)

A Federação das Escolas de Samba - FESEC em parceria com a Federação de Grupos Folclóricos – FEDERON convidou todos os candidatos a participarem de debate sobre o assunto específico cultura e só compareceram a Luciana Oliveira, Carlinhos Camurça, Júlio Siqueira e mais uns dois.

 

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Todos candidatos a deputado estadual. Nenhum candidato a federal compareceu, nem ao governo e tão pouco ao senado. Sabem por que?

 

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Porque salvo raríssimas exceções, nenhum candidato tem cabedal para discutir cultura com integrantes de qualquer movimento cultural. É tudo analfabeto quando o assunto é cultura e patrimônio histórico.

 

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Não é de se estranhar a ausência de candidatos que se dizem defensores das nossas tradições culturais e até conseguiram na eleição passada, votação expressiva. O negócio é contar história fiada e nada mais.

 

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Quando um assessor do prefeito de Porto Velho, não estou dizendo que é assessor da prefeitura e sim do prefeito, utiliza as redes sociais, para dizer que não acha relevante ou de grande importância, as reivindicações dos militantes da cultura popular que fazem parte da Federon e da Guarnecer, quanto a pintura de dois bumbás no viaduto dá três e meio que não tem nada a ver com a nossa cultura popular. Dar para perceber aonde estamos metidos.

 

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Depois reclamam do Professor Nazareno. O culpado das críticas que ele publica são nossos representantes no executivo, legislativo mirim e Assembleia Legislativa. Não teve um vereador e nenhum deputado estadual que levantasse a voz em defesa dos nossos costumes e tradições. O cara vem da casa do “crica” ganha nosso dinheiro e pinta os bois de outro município/cidade e o assessor almofadinha diz que não ver relevância na exigência dos folcloristas de Porto Velho.

 

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Aí, as federações dos dois maiores movimentos culturais de Porto Velho, convoca para uma reunião cujo objetivo, foi discutir o que deve ser discutido na próxima legislatura, sobre a cultura popular em Rondônia e poucos comparecem.

 

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Com certeza os envolvidos com a cultura local, já sabem em quem vão votar e recomendar seus filiados em quem votar no dia 7 de outubro.

 

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Quem não foi, com certeza, não será lembrando na cabine de votação pelos militantes dos movimentos culturais em Porto Velho.

 

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O positivo, foi que, pela primeira vez, vimos os dirigentes de grupos de quadrilhas bois bumbás juntos com os dirigentes das escolas de samba e blocos carnavalescos. Vale lembrar que essas entidades congregam em suas fileiras, mais de dez mil integrantes. É uma boa quantidade de votos.

 

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Por falar em cultura, na próxima terça feira 02, Porto Velho completa 104 anos de criação e para comemorar a data, a prefeitura via Funcultural vai realizar uma grande festa no Calçadão Manelão a partir das 16 horas.

 

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O mais legal dessa festa, é que a Funcultural resolveu homenagear o melhor tocador de sanfona de toda Rondônia, meu amigo e parceiro Zezinho dos Cobras.

 

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Zezinho é o líder da nossa melhor Banda de Forró “Os Cobras do Forró”, banda que enquanto esteve em atividade levou o nome de Porto Velho e de Rondônia para todo o Brasil.

 

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Para prestar homenagem ao Zezinho, Ocampo e sua equipe da Funcultural convocou as melhores bandas do gênero e os melhores cantores para fazer parte do show.

 

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Nesse dia o Tacaca Musical marca presença com as melhores tacacazeiras de Porto Velho servido não só o delicioso tacaca na cuia, como vatapá, galinha picante, arroz paraense e farofa de camarão. Vamos prestigiar a homenagem ao Zezinho dos Cobras.

 

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Amanhã não tem a coluna, pois estarei em Costa Marques cobrindo o Festival de Praia e de Pesca!

 

 

104 ANOS

 

Programação festiva do aniversário

de Porto Velho será na terça-feira

 

 


 

A Prefeitura transferiu para 2 de outubro, próxima terça-feira, a programação em homenagem aos 104 anos de Porto Velho.

 

Inicialmente seriam dois dias de festa (1 e 2), mas para valorizar a data e facilitar a participação popular, a Fundação Cultural, responsável pelo evento, mudou para o dia 2, data em que o Município foi criado em 1914.

 

Logo pela manhã, às 10 horas, haverá uma solenidade no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, onde o prefeito Hildon Chaves assinará ordem de serviços autorizando a revitalização do local. “Foi ali que tudo começou e nada mais justo que marcarmos a data com esse gesto do prefeito para recuperar um patrimônio histórico afetado pela cheia de 2014”,disse o presidente da Funcultural, Antônio Ocampo.

 

O programa com apresentação de vários talentos regionais iniciará a partir das 16 horas, no Mercado Cultural, com forró. Também histórico, o local serve como ponto de encontro para os artistas. Em meio às apresentações, uma homenagem ao músico Zezinho dos Cobras do Forró, que por 40 anos animou as noites de Porto Velho.

 

 

 

Performance urbana e circo

hoje no Palco Giratório


 

O Palco Giratório apresenta nesta sexta feira, dois espetáculos. O primeiro é a performance urbana “Contato Sonoro” com a artista Flávia Pinheiro que vai se apresentar na avenida Jatuarana Zona Sul de Porto Velho as 17 horas.

 

O segundo, é o espetáculo “A Salto Alto – Entre Gentilezas e Extermínio” que será apresentado na quadra esportiva do Sesc Esplanada as 20 horas.

 

 

Contato Sonoro

 

Performance/intervenção urbana com um dispositivo sonoro.O som acontece quando os corpos se tocam ou quando ao movimentar-se a performer toca diferentes partes do seu próprio corpo. A partir de uma caixa saem dois cabos; um em contato com o pescoço e o outro isolado eletricamente na mão. O circuito fecha quando duas ou mais pessoas entram em contato com as mãos ou qualquer outra parte do corpo. O som que sai do alto falante altera sua frequência de acordo com o tipo de toque e com o corpo envolvido na ação. No caminho a performer distribui fanzines que explicam como o dispositivo pode ser feito na própria casa.

 

O dispositivo funciona como um drawdio. O circuito usa um temporizador 555 que articula uma operação estável que é responsável pela criação dos impulsos elétricos. Finalmente, o drawdio é um sintetizador musical simples e interessante composto por dois transistores que são responsáveis pela ampliação do sinal.O resultado é a criação de ruído em qualquer superfície, permitindo que seja possível usar a condutividade dos corpos humanos. ao utilizar as propriedades condutoras dos órgãos.

 

 

Contato Sonoro utiliza ações que estão inseridas no cotidiano e tem um caráter íntimo, utilizando em geral ações básicas que priorizam o toque e os micromovimentos. Em alguns casos a performer poderia passar desapercebida senão fosse o ruído gerado pelo toque destes corpos em movimento e em trânsito.

 

A prioridade é permitir um tipo de movimento para cada individuo e estabelecer uma relação única, criando um toque com textura, forma, e ruído particular dependendo da pessoa que entra no jogo. Criação e Performance: Flávia Pinheiro

 


 

A Salto Alto – Entre Gentilezas e Extermínios


 

Entre gentilezas e extermínios, este espetáculo circense conta a história de sete pessoas que, ao terem acesso a outra maneira de viver, se despem de suas experiências para vestir essa outra realidade. O enredo se desenrola a partir do tensionamento entre um ambiente formal e refinado e personagens que, em sua essência, carregam a irreverência de quem precisa se reinventar e ressignificar a vida a cada instante. A fábula romântica da Cinderela é satirizada em meio a críticas ao consumismo desenfreado da nossa sociedade.

 

 

Grupo Circo no ato - Rio de Janeiro (RJ)

 

Coletivo de artistas criado durante o curso de formação da Escola de Circo Social do Crescer e Viver, a partir do processo de criação do espetáculo Um dia de João, pelo reconhecimento de uma afinidade artística conquistada no trabalho. O Circo no Ato, em seu curto tempo de existência, ambiciona incidir sobre a cena circense carioca, abraçando todas as possibilidades de atuação e até mesmo inventando seus próprios espaços para a ação.

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