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SAMBA: Confira a coluna "Lenha na Fogueira", por Zékatraca

Em breve a Império do Samba realiza o concurso que vai escolher o Hino da escola, para o carnaval do próximo ano

ZÉKATRACA

24 de Outubro de 2018 às 09:13

SAMBA: Confira a coluna "Lenha na Fogueira", por Zékatraca

FOTO: (Divulgação)

Por incrível que possa parecer, o carnaval está batendo na porta, em especial na porta das escolas de samba, mais especificamente, das escolas de samba de Porto Velho.

 

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A Diplomatas do Samba vai festejar seus 60 anos de fundação e lançar o samba enredo para o carnaval de 2019, no próximo dia 3 de novembro.

 

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Dentro em breve a Império do Samba realiza o concurso que vai escolher o Hino da escola, para o carnaval do próximo ano.

 

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A mesma coisa está acontecendo com a Acadêmicos do Armário Grande e Unidos da Rádio Farol.

 

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Acadêmicos da Zona Leste e Asfaltão já têm samba pronto. Falta a Acadêmicos do São João Batista.

 

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O presidente da azul e branco que estava em Belém do Pará acompanhando o Círio de Nazaré, retornou domingo passado e foi logo intimando o Sílvio Santos sobre o enredo da escola para 2019.

 

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Ontem decidiram que a escola do Banana e do Cibalena vai apresentar no próximo carnaval o tema:

 

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SÃO JOÃO BATISTA CANTA – CAIARI, DE SINHÁ MOÇA A CEARÁ DE IRACEMA. POR MARIZE CASTIEL, CHAGAS NETO, BIANOR E CABO OMAR.

 

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Sinhá Moça e a Abolição foi o primeiro enredo colocado na avenida por uma escola de samba de Porto Velho. Isso aconteceu no ano de 1970 e a carnavalesca foi Marize Castiel com o samba enredo tendo como autor Sílvio Santos.

 

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Foi o primeiro título vencido pala escola de samba Os Pobres do Caiari. No ano de 1971 Marize Castiel colocou na avenida o enredo “Isto é Brasil” cujo samba de enredo, também foi do Sílvio Santos e a Caiari foi bi campeã.

 

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Em 1972 o enredo foi “Brasil Esplendor das Três Raças” com o samba de autoria de Sílvio Santos e João Feitosa.

 

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Em 1974 com o enredo “Odoiá Bahia” pesquisa de Marize Castiel e samba da parceria Sílvio Santos e Bainha a escola conquistou o Tetra Campeonato.

 

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A Caiari ficou sem desfilar de 1975 a 1978 quando “A Caiari Voltou com a Ajuda de Xangô” tema desenvolvido pelo Zeca Melo.

 

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Entra em cena Bianor Caminha dos Santos e cria o “Caiari Cobra Show”, um espetáculo com a participação das “Mulatas do Bole Bole comandadas pelo Bosquinho e participação do Grupo Samba 7 que tinha entre outros: Bainha, Jorge Andrade, Deusdeth Careca e o Ozires Lobo.

 

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O show acontecia todas sextas-feiras na sede do Bloco da Cobra, que fincava na rua Afonso Pena subesquina com a Guanabara no bairro São Cristóvão.

 

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O responsável pela organização do espetáculo era o Bianor Santos e quem tomava contar do Bar era o saudoso Rei Momo José Ferreira. O Caiari Cobra Show foi o responsável pela volta do Caiari a mídia e foi o tempo que a escola conquistou mais um Tri Campeonato.

 

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Chagas Neto assume a direção da escola em meados 1984 e então dona Marize resolve homenageá-lo com o Tema: “Ceará, Lendas, Rendas e Crenças” aproveitando a pesquisa do Flávio Daniel sobre os Costumes e Crenças do Nordeste.

 

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O Samba enredo foi encomendado pelo Chagas Neto ao Sílvio Santos que convidou o Babá e o Haroldo Dori para fazer parte da parceria e o resultado, foi que a Caiari empatou com a Diplomatas que desfilou com um samba do famoso compositor Davi Correia do Rio de Janeiro.

 

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Os foliões então passaram a chamar o samba de “Ceará de Iracema” e assim, esse samba, que foi apresentado pela escola de samba Os Pobres do Caiari no carnaval de 1985, até hoje, é cantado em todas as rodas de samba que acontece em Porto Velho.

 

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O outro homenageado pela escola Azul e Branca é o CABO OMAR. Cabo Omar morreu como Secretário da Escola de Samba Caiari. Não teve durante toda a existência da escola, um Secretário mais eficiente que o Cabo Omar. Cabo Omar que foi eternizado pelo hino do Galo da Meia Noite – ALÔ SEU CABO OMAR… O Galo da Meia Noite...

 

 

 

Exposição Céu Aberto

na rua Euclides da Cunha


 

Vinte e cinco artistas da fotografia, estão expondo seus trabalhos, no muro do Clube Ferroviário e Muro da Ceron no espaço da rua Euclides da Cunha entre a rua João Alfredo e Sete de Setembro na Baixa da União. O evento conta com a curadoria de Ana Mendes, Gabriel Bicho, Marcela Bonfim e Saulo de Sousa foi aberto domingo passado 21, e além de fotografias, conta também com trabalhos literários. “Foi pedido que agente tirasse fotos de coisas que agente achasse interessante  e quando vi o Porto e os trabalhadores na beira do rio, resolvi captar esse momento” disse a expositora Mariana Bouchabki.

 

 

A idealizadora e curadora do Projeto Marcela Bonfim informa que aconteceu uma convocatória para os artistas e apaixonados por fotografia, para que eles  enviassem seus trabalhos com um breve relato sobre a relação, imagem/autor. “Aqui temos trabalhos de 25 fotógrafos”.

 

Saulo de Souza que também é curador do Projeto disse que a mostra tem um significado pra nossa cidade. “É como um pontapé no desenvolvimento de processos, que vêm acontecendo na fotografia e na valorização do espaço fotográfico”.

 

 

 A montagem da exposição contou com apoio de voluntários de funcionários do Departamento de Juventude da Prefeitura de Porto Velho. “Nada melhor do que trazer à vida e fomentar o que temos na região, que é a cultura ribeirinha, indígena e o seringueiro que por mais que seja folclórico, também estão presentes em nossa cidade” disse  Giovana Kisner.

 

A II Mostra de Fotografias a Céu Aberto está no espaço da rua Euclides da Cunha entre o Camelódromo (rua João Alfredo) e a avenida Sete de Setembro em Porto Velho (RO).

 

 

 

Cia Evolução participa do Projeto

Cultura na Escola do Sesc´RO

 

Segunda-feira, (22), teve início mais uma etapa do Projeto Cultura na Escola, desenvolvido pelo SESC/RO. A Cia de Artes Evolução participa com o espetáculo Cantigadeira.

 

O projeto Cultura Na Escola tem como objetivo levar apresentações culturais de qualidade para as diversas escolas públicas de Porto Velho, com o intuito de fortalecer e promover os artistas regionais. Neste ano, o projeto acontece em duas etapas. A primeira ocorreu no mês de abril e a segunda está sendo desenvolvida no período de 22 a 25 de outubro.

 

A Cia de Artes Evolução apresenta o espetáculo infantil Cantigadeira, um trabalho de cantigas de roda e brincadeiras antigas. A peça foi apresentada nesta segunda-feira na escola Padre Mário Castagna. As próximas escolas contempladas são: Escola Rio Madeira, Escola Herbert de Alencar e Escola Ely Bezerra.

 

Cantigadeira é a mais nova produção da Cia de Artes Evolução, estreou em setembro deste ano e já é um sucesso. Pois, tem agradado crianças e adultos. A peça escrita e dirigida por Eules Lycaon, conta com a atuação dos atores Gisele Stering, Mika Cardoso, Andressa Silva e Eules Lycaon. Na técnica de som, André Ribeiro. Cantigadeira também integra o projeto O Teatro Vai à Escola, desenvolvido pela própria Cia.

 

 

SINOPSE DO ESPETÁCULO

 

Com o propósito de resgatar as mais belas cantigas de roda e reviver um passado que se faz presente na memória de muitos, o espetáculo Cantigadeira faz uma viagem no tempo. São histórias contatas e cantadas por três amigos, que recordam a infância feliz que viveram. Recordações estas, que se dão por meio de muitas músicas e brincadeiras que foram esquecidas e já não vemos nos dias atuais.

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