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MESTRE SALA: Confira a coluna "Lenha na Fogueira", por Zékatraca

Antônio Chagas Campo o popular Cabeleira, aos 79 anos de idade, continua dando show se apresentando como Mestre Sala

ZÉKATRACA

12 de Dezembro de 2018 às 16:42

MESTRE SALA: Confira a coluna "Lenha na Fogueira", por Zékatraca

FOTO: (Divulgação)

Começou o leilão!

 

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A cultura em Rondônia, com destaque para a de Porto Velho, começou a semana em polvorosa. Três noticias abalaram as estruturas daqueles que militam no movimento cultural de Rondônia.

 

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A primeira foi a noticia (verdadeira), de que o executivo encaminhou para apreciação na Assembléia Legislativa, emenda reduzindo o percentual que deve ser repassado pelo governo, ao Fundo de Cultura.

 

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A Lei aprovada e sancionada no governo de Confúcio Moura diz que o depósito deve ser de 0,5 (meio por cento), do que o governo arrecadar em impostos.

 

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Os técnicos das secretarias da Fazenda e Planejamento, achando que é muito dinheiro, fizeram a cabeça do governador Daniel Pereira que concordou, em encaminhar para a ALE a emenda que reduz, de 0,5% para 0,05% o valor que deve ser depositado na Conta do Fundo de Cultura.

 

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A votação foi marcada para terça feira 11, a turma se mobilizou e foi pra plenária da ALE, mas, a Emenda não foi colocada em votação pelo presidente Maurão. A decisão ficou para ontem, porém, até o fechamento desta coluna nada havia sido votado.

 

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O pessoal que tomou a frente da manifestação sugeriu ao deputado Alex Redano que interferisse no assunto, com a sugestão do Movimento Cultural, para refazer a Emenda que passaria a destinar o em vez de 0,5; 0,2% (Zero vírgula Dois Por Cento) e não 0,05%.

 

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Tomara que os deputados tenham atendido ao pedido do Movimento Cultural. Esse depósito no Fundo de Cultural vai contribuir muito com o desenvolvimento cultural no estado de Rondônia.

 

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A outra Notícia, foi sobre a Audiência Público convocada pelo vereador Márcio Miranda para discutir a famigerada Lei 190. Essa discussão aconteceu terça-feira 11, de manhã na Câmara de Vereadores e segundo o vereador Alecks Palitot, a discussão foi boa e com certeza, a 190 sofrerá alterações.

 

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Enquanto a discussão era para se estudar uma maneira de tornar a 190 viável. O presidente do Bloco “Leva Eu”, saiu atirando pra tudo quanto foi lado e o maior alvo de suas “balas de saliva”, foi a Funcultural de Porto Velho.

 

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A pior das notícias para o mundo cultural que surgiu terça-feira, foi uma matéria postada em alguns sites, dando conta de que o prefeito Hildon Chaves vai cortar pela metade, os subsídios destinados ao carnaval em especial às Escolas de Samba.

 

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Quem escreveu a matéria não se idêntica e ainda diz que suas fontes, “Dão conta de que, dos Planos do prefeito Hildon Chaves para 2019, não consta auxilio financeiro ao Carnaval”.

 

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Como não existe uma afirmação oficial na matéria postada, está na base do "ACHO”, creio que não passa pela cabeça do prefeito tamanha falta de compromisso para com nossas entidades carnavalescas em especial as escolas de samba.

 

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Lembrando que o Movimento Cultura Popular, que engloba as escolas de sambas, quadrilhas e bois bumbas em Porto Velho, foi o que mais lutou e defendeu a eleição de Hildon Chaves prefeito.

 

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Por isso, creio que ele não vai fazer uma desfeita dessas, com quem o ajudou a chegar ao Palácio Tancredo Neves.

 

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O vereador Marcelo Reis em entrevista a imprensa, falando como Relator do Orçamento do Município de Porto Velho para o ano de 2019, foi taxativo em relação a isso.

 

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Disse Marcelo Reis: “Dinheiro para o transporte escolar tem, o que falta, é a prefeitura contratar uma empresa de vergonha, para atender nossos estudantes”.

 

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Na saúde é a mesma coisa, o dinheiro ta lá, falta apenas gestão e gestor competente. Então caríssimo prefeito Hildon Chaves, não é cortando os subsídios das escolas de samba (que é muito pouco) que o senhor vai resolver o problema do Transporte Escolar, da Saúde e da Segurança de Porto Velho. Vamos refletir com mais paciência!

 


 

O Magnífico Mestre Sala

Cabeleira ainda é show
 

Antônio Chagas Campo o popular Cabeleira, aos 79 anos de idade, continua dando show se apresentando como Mestre Sala.

 

Sábado passado dia 8, quando a escola de samba Acadêmicos do Armário Grande foi convocada para promover o lançamento do samba enredo para o carnaval de 2019, ele que é o presidente da agremiação, fez questão de cortejar a Porta Bandeira Neca, mostrando toda sua leveza como Mestre Sala.

 

Cabeleira por alguns anos morou no Rio de Janeiro e por lá se entrosou com a nata das escolas de samba e graças a sua desenvoltura ao sambar, chamava a atenção. “Meu pai se dava muito com um criolo que tinha o apelido de Amazonas e esse cidadão um dia, chegou e disse: Hein moleque, vamos la na Mangueira? Na minha primeira noite de samba no Rio de Janeiro e ainda por cima na Mangueira, fiquei tão encantado, que só sai quando o dia clareou. Depois apareceu um garçom chamado Severino com quem passei a ir pra Mangueira e ele me entrosou no meio dos passistas da escola, foi então que conheci o Mestre Sala Delegado que era o rival do Noé Canelinha outro grande Mestre Sala” conta Cabeleira.

 

 

 

 

Em Porto Velho, Cabeleira ajudou a criar em 1958, junto com os carnavalescos Bainha, Valério, Ricardo e Tário de Almeida Café a escola de samba “Os Diplomatas”. Em 1961 assumiu como Mestre Sala.“Foi o seguinte: o Agostinho Reis – Bizigudo que havia chegado de Belém e ingressado na escola, inclusive sugeriu a mudança do nome de “Prova de Fogo” para “Universidade dos Diplomatas do Samba” em 1961, disse, ta faltando pra ser uma escola de samba de verdade, as Baianas e o casal de Mestre Sala e Porta Bandeira e eu sugeri que ensaiássemos o Bola Sete com a Gladys. Durante os ensaios comandados pelo Bizigudo e o Bainha o Bola Sete andou pisando no pé da Gladys e ela disse que com ele não dançaria, foi então que me olharam e disseram, vai ter que ser você. Eu já traquejado por ter tido aulas com o Delegado no Rio de Janeiro fui e fiz minha letra e o Bizigudo virou pro Bainha e disse: o homem ta pronto! Me transformei no primeiro Mestre Sala de uma escola de samba de Porto Velho”.

 

O tempo passou, até que Cabeleira resolveu se despedir da função de Mestre Sala e a escola promoveu uma festa de despedida, que aconteceu no clube Ypiranga e os compositores Torrado e Sílvio Santos fizeram o samba “O Magnífico Mestre Sala Cabeleira”. Acontece que após alguns anos, já como integrante da escola de samba Acadêmicos do Armário Grande ele voltou a se apresentar como1º Mestre Sala função que de vez em quando assume. “Hoje participo de apresentações especiais, quando me convidam”. Foi o caso de sábado passado, durante a festa em homenagem ao Sílvio Santos, Cabeleira foi show dançando com a Porta Bandeira Neca.

 

O fotografo Rosinaldo Machado encantando com a performance do Cabeleira, registrou toda a apresentação, que terminou com o Mestre aplaudido calorosamente pelos presentes.“Mostramos que idade não é problema para quem entende do assunto Mestre Sala”, finalizou Cabeleira

 


 

REFORMA

 

Sema faz últimos ajustes para

reabertura do Parque Natural

 

Os servidores da Subsecretária Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema) de Porto Velho, realizam os últimos ajustes na reforma de ambientes do Parque Natural. Os serviços vão proporcionar mais segurança, conforto e tranquilidade aos visitantes.

 

Uma das principais reformas é na pista de madeira, que estragou devido a umidade potencializada pelas árvores. De acordo com o diretor do Departamento de Proteção e Conservação Ambiental (DPCA) da Sema, engenheiro Paulo Regis Moita, foram trocadas todas as madeiras e, ainda, ampliado o percurso de passeio, no interior da floresta, para 800 metros.

 

Além disso, o playground do parque receberá uma cobertura de mais de 225 metros quadrados. Esse é o último passo para a entrega do Parque à população de Porto Velho”, confirmou o subsecretário da Sema, Robson Damasceno, destacando que a reforma dos ambientes durou 120 dias.

 

 

Agenda

 

De acordo com a Sema, a reabertura está programada para este sábado (15/12). (Comdecom)

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