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HOLOCAUSTO BRASILEIRO: Um dos livros mais marcantes sobre direitos humanos em debate no Café Literário

Durante 80 anos o Hospital Colônia realizou um trabalho desumano ao extremo, provocando a morte de 60 mil pessoas

DA REDAÇÃO

8 de Maio de 2019 às 11:51

HOLOCAUSTO BRASILEIRO: Um dos livros mais marcantes sobre direitos humanos em debate no Café Literário

FOTO: (Divulgação)

“O Holocausto Brasileiro”, um dos livros mais tocantes em relação aos direitos humanos no Brasil será tema de debate no Café Literário deste mês na Livraria Exclusiva. O encontro será no dia 25 (maio), das 9 às 11 horas. O livro-reportagem, de autoria da jornalista Daniela Arbex, foi lançado em 2013 e tonou-se um best-seller.

 

A obra descreve os maus-tratos dos “pacientes” internados no Hospital Colônia de Barbacena, sob a administração da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig). São depoimento de ex-funcionários e de sobreviventes.
 

O Hospital Colônia foi fundado em 1903. Durante 80 anos realizou um trabalho desumano ao extremo com aqueles que, no silêncio, aguentavam as dores e as humilhações de um pseudotratamento, sem que ninguém tivesse interesse em ouvir seus pedidos de socorro. Foram nada menos do que 60 mil mortes com a conivência de médicos, funcionários, bem como da população.

 

A maioria dos “pacientes” foi internado à força. Cerca de 70%

 

Cerca de 70% não tinham diagnóstico de doença mental. Eram epiléticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, gente que se rebelava ou que se tornara incômoda para alguém com mais poder.

 

Eram meninas grávidas violentadas por seus patrões, esposas confinadas para que o marido pudesse morar com a amante, filhas de fazendeiros que perderam a virgindade antes do casamento, homens e mulheres que haviam extraviado seus documentos. Pelo menos 33 eram crianças.

 

Fonte: Amazon

 

 

 

 

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