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Presidente do COI, Bach vai visitar Coreia do Norte após Jogos de PyeongChang

Dirigente irá ao país após Olimpíada de Inverno, como parte de acordo entre entidade e as duas Coreias

GE

12 de Fevereiro de 2018 às 09:47

Presidente do COI, Bach vai visitar Coreia do Norte após Jogos de PyeongChang

Thomas Bach (presidente do COI), Kim Yong Nam (chefe de Estado da Coreia do Norte) e Kim Yo-Jong (irmã de Kim Jong-un, líder popular da Coreia do Norte) FOTO: (Divulgação)

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, vai fazer uma visita à Coreia do Norte. A viagem, apesar de não ter data definida, será feita após a conclusão dos Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang, na Coreia do Sul, que terminam no dia 25 de fevereiro. Se trata de um convite da Coreia do Norte, como parte de um acordo entre o COI e as duas Coreias. "Todas as partes envolvidas receberam de bom grado esse convite para a Coreia do Norte. Estamos conversando sobre a melhor data para continuar o diálogo pelo lado esportivo. Vamos ver quando isso vai acontecer", disse Bach, em entrevista à Reuters.

 

A relação entre as duas Coreias é conturbada desde a década de 1950, com o fim da Guerra da Coreia, que nunca teve um tratado de paz assinado. Na teoria, a Coreia do Norte e a do Sul continuam em guerra. Com a chegada dos Jogos de PyeongChang, o COI teve papel de mediador na viabilização da participação da Coreia do Norte na Olimpíada sediada pela vizinha. "Nós podemos estabelecer os símbolos, podemos mostrar que vale a pena sentar junto, discutindo, negociando, e chegar a um bom resultado. Pelo nosso lado, pelo lado do esporte, esse diálogo vai continuar", garantiu Bach.

 

Na cerimônia de abertura dos Jogos de PyeongChang, atletas das duas Coreias entraram juntos no Estádio Olímpico. Há também um time unificado de hóquei feminino na Olimpíada. São 23 atletas sul-coreanas e 12 norte-coreanas, sempre com a obrigação de três da Coreia do Norte estarem no rinque. A formação do time, no entanto, teria gerado polêmica na Coreia do Sul. Segundo a agência de notícias Reuters, atletas da seleção sul-coreana se mostraram "revoltadas" com a ideia, já que o time do Sul é bem mais forte que o do Norte.

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