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Índice de intenção de Consumo de Porto Velho em dezembro é maior que o nacional

Enquanto, em nível nacional, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), em dezembro, mesmo com um aumento de 2,6% em relação a novembro, ficou em 72,6 pontos, a Intenção de Consumo das Famílias de Porto Velho mostra que houve um só um pequeno aumento de 0,

ASSESSORIA

19 de Janeiro de 2017 às 11:09

Índice de intenção de Consumo de Porto Velho em dezembro é maior que o nacional

FOTO: (Divulgação)

 EXPECTATIVA DE MAIORES VENDAS - A pesquisa de intenção de consumo de Porto Velho mostra que, mesmo com a incerteza econômica, a intenção de consumo tem aumentado ao longo dos últimos meses.

Enquanto, em nível nacional, a Intenção de Consumo das Famílias (ICF), em dezembro, mesmo com um aumento de 2,6% em relação a novembro, ficou em 72,6 pontos, a Intenção de Consumo das Famílias de Porto Velho mostra que houve um só um pequeno aumento de 0,8%. Os números foram medidos pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-FECOMÉRCIO/RO, em conjunto com a Confederação Nacional do Comércio-CNC.

Mesmo assim, a intenção de consumo da capital de nosso Estado é 20% maior que a nacional, saindo de 86,1%, em novembro, para 86,8% em dezembro. A Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) das famílias de Porto Velho do mês de dezembro de 2016, revela que, pelo quarto mês seguido a intenção de consumo local sobe indicando uma tendência de recuperação da economia da cidade.

INTENÇÃO DO CONSUMO DAS FAMÍLIAS DE PORTO VELHO-OUTUBRO /NOVEMBRO/DEZEMBRO 2016.

Segundo a pesquisa, ainda que os resultados sejam animadores é preciso verificar que se está num grau de consumo ainda abaixo do valor de indiferença (100 pontos), ou seja, o consumo ainda é negativo. E observando os sete itens pesquisados cinco apresentaram variação negativa, embora o maior destaque seja para a Perspectiva de Consumo que caiu -2,8%, mas, outros itens, como o Nível de Consumo Atual, queda de -1,4% e Renda Atual (-0,9%), Emprego Atual (-0,9%) e Acesso à Crédito (-0,4%) não podem despertar otimismo.

Para o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia, Raniery Araújo Coelho, “a situação ainda reflete a incerteza que a política faz pairar sobre o cenário econômico, mas, ninguém espera que haja uma efetiva recuperação antes dos dois primeiros meses do ano”.

Segundo o Departamento Econômico da Fecomércio Rondônia, o aumento sensível de Momento para Duráveis (12,3%) reflete um movimento sazonal de fim de ano, mas, as boas expectativas relativas à melhoria da Perspectiva profissional e os cortes esperados nas taxas de juros com a recente recomposição do Salário Minímo deve ajudar numa recuperação mais rápida da economia.  Todavia, a perspectiva somente deve se concretizar no segundo trimestre, daí, se esperar que janeiro e fevereiro apresentem indicadores melhores.

 

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