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“Eu achava que essa prova das Olimpíadas de Matemática era de Português”. Diz aluna ao professor.

Pois é, são infinitos os entraves que permeiam nossa fracassada educação, e a falta de interesse pelos estudos por parte de muitos alunos, se junta ao emaranhado de problemas que desafia muitos pesquisadores da área.

DA REDAÇÃO

7 de Junho de 2017 às 11:02

“Eu achava que essa prova das Olimpíadas de Matemática era de Português”. Diz aluna ao professor.

FOTO: (Divulgação)

Confúcio, não este, o filósofo chinês que viveu durante o período de 551 a.C até 479 a.C revolucionava a arte das Ciências Humanas, filosofando o conhecimento e instigando o ato de pensar, adotando célebres reflexões que até hoje refletem alguns absurdos que envergonham os processos de ensino e aprendizagem, neste caso específico, aqui representado pela educação brasileira. Dentre alguns pensamentos atribuídos à filosofia confuciana chinesa, destacamos o seguinte aforismo: “O estudo sem o pensamento é inútil. o pensamento sem o estudo é perigoso”.

Pois é, são infinitos os entraves que permeiam nossa fracassada educação, e a falta de interesse pelos estudos por parte de muitos alunos, se junta ao emaranhado de problemas que desafia muitos pesquisadores da área. Neste dia 06 de junho de 2017 um professor de Rondônia esfacelava-se para fazer com que seus alunos compreendessem a relevância da prova das Olimpíadas de Matemática que eles estavam fazendo, e meio ao desinteresse, a insistência de querer usar o celular, a conversas paralelas e ao desprezo pela prova, uma aluna fala em voz alta na sala de aula: “Eu achava que essa prova das Olimpíadas de Matemática era de Português”. Enquanto a turma toda sorria, o professor com tristeza repensava os rumos de nossa educação.

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