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MODERNIDADE: Inao faz parceria com Hospital 9 de Julho de Rondônia para neurocirurgias de ponta

Empresa adquiriu equipamento de R$ 750 mil reais, que garantirá mais segurança em cirurgias de aneurisma

ASSESSORIA

2 de Fevereiro de 2019 às 09:15

MODERNIDADE: Inao faz parceria com Hospital 9 de Julho de Rondônia para neurocirurgias de ponta

FOTO: (Assessoria)

O Instituto de Neurocirurgia e Neurologia da Amazônia Ocidental – INAO, maior empresa do setor em Rondônia, fechou parceria com o Hospital 9 de Julho de Rondônia para equipar seu centro cirúrgico com que há de mais moderno na realização de neurocirurgias. O hospital adquiriu uma nova mesa cirúrgica especial para os procedimentos neurológicos, enquanto que o INAO investiu R$ 750 mil na aquisição do moderno Microscópio Eletrônico Leica M525 F50.

 

De acordo com Dr. Bruno Lobo, Diretor Técnico do Inao, o equipamento traz uma importante vantagem durante os procedimentos vasculares, possibilitando a realização da angiografia intraoperatória. Trata-se da injeção de uma substância chamada indocianina verde, que é fluorescente, e que, somente com o uso de uma lente especial no microscópio, identifica melhor as artérias e os limites do aneurisma, já que as estruturas ficam brilhantes após a aplicação do medicamento.

 

A angiografia intraoperatória é muito útil nas cirurgias vasculares, aneurismas e as malformações arteriovenosas. Quando você usa um microscópio com a capacidade de fazer esse exame, é possível ver na hora da cirurgia se ainda tem fluxo de sangue passando pra dentro do aneurisma. Se ainda tiver, significa que a cirurgia ainda não está completa, pois ainda está entrando sangue no aneurisma”, explica o médico.

 

 

 

 

 

 

Outra importante vantagem do equipamento, é analisar também se o restante da circulação, não afetada pelo aneurisma, foi preservada. Muitas vezes, o vaso que tem o aneurisma é um vaso doente, e ao fechar aquela deformação o vaso sanguíneo acaba tendo o fluxo de sangue completamente interrompido.

 

Então, se você usa esse tipo de aparelho é possível ver o que aconteceu na hora da cirurgia, ver se a circulação no vaso ficou prejudicada. Se o cirurgião não consegue detectar isso naquela hora, o paciente pode sofrer um AVC no pós-operatório, e as vezes não dá tempo de voltar pra cirurgia”.

 

 

Rondônia na frente

 

O Diretor do INAO explica que na maior parte dos hospitais do Brasil se opera aneurismas sem fazer essa checagem, por falta deste tipo de equipamento. Apesar desta tecnologia já ser bastante conhecida, ainda é muito cara. E é por isso que a maioria dos hospitais no Brasil, públicos ou privados, não tem.

 

O Inao tem essa tecnologia em três hospitais de Rondônia: no Hospital Prontocordis, no Hospital de Base, onde realiza cirurgias pelo SUS, e agora também no Hospital 9 de Julho”, informa o médico.

 

 

 

 

Sem dúvida esta é uma grande vantagem para os rondonienses, poder realizar todos os procedimentos neurológicos aqui mesmo no estado, sejam atendimentos públicos ou privados, com toda segurança que a tecnologia pode proporcionar.

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