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MOBILIDADE: Uber não acata lei e motoristas podem migrar para plataforma

Projeto pretende que servidores públicos não atuem como motoristas de aplicativos

RONDONIAOVIVO

21 de Março de 2019 às 10:18

Representantes de sindicatos e associações de motoristas de aplicativos realizaram, no final da tarde desta última quarta-feira (20), uma reunião na Câmara de Vereadores de Porto Velho (RO) para debaterem o Projeto de Lei do Poder Executivo Municipal que regulamenta a atividade.

 

De acordo com a proposta, o numero de motoristas de aplicativos cadastrados na Secretaria Municipal de Trânsito – Semtran, seria reduzido para o limite de dois mil e quinhentos, em um cálculo que disponibiliza cinco veículos para cada mil habitantes.

 

Os primeiros motoristas na mira do corte são os servidores públicos. Essa medida visa equilibrar o numero de táxis e Uber’s nas ruas da cidade, além de melhorar o rendimento dos motoristas que tem essa atividade como única forma de sustento.

 

A fiscalização ficará por conta da Semtran, que terá a árdua missão de identificar quem está realizando esse serviço de forma clandestina. Vale lembrar que o aplicativo Uber não segue as normativas estipuladas pela Prefeitura de Porto Velho e mesmo assim conta com um numero considerável de motoristas. O receio é que todos que fiquem de fora do cadastro municipal migrem para essa plataforma.

 

O repórter William Ferreira “Homem do Tempo” foi até a reunião e conversou com um dos representantes da categoria que disse concordar com certos pontos relacionados ao corte, porém tudo será debatido amplamente.

 

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