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CARROSSEL: Confira o que aconteceu durante a operação da PF na Prefeitura de Porto Velho

Os presos na operação estão cumprindo nesta quinta-feira(05), o segundo dia do mandado de prisão temporária

RONDONIAOVIVO

5 de Setembro de 2019 às 15:19

CARROSSEL: Confira o que aconteceu durante a operação da PF na Prefeitura de Porto Velho

FOTO: (Divulgação)

Deflagrada pela Polícia Federal – PF e Controladoria Geral da União – CGU, a operação Carrossel expos mais um capítulo sobre o drama vivido por milhares de alunos que moram nas áreas rurais e ribeirinhas de Porto Velho, que por falta do serviço de transporte escolar estão sem aula desde o ano de 2018.

 

De acordo com o delegado federal e coordenador da operação, Mateus Arcas, o foco principal foi colocar um ponto final nesse problema que vem se prologando por mais tempo que o suportável para qualquer família que tenha que assistir impotente um filho ficando para trás no quesito, educação escolar.

 

A primeira parte dessa ação da PF e CGU veio com a operação Ciranda, ocorrida em maio do ano passado, que colocou sob suspeitas o contrato de transporte fluvial e agora com a Carrossel foi a vez do contrato de transporte terrestre.

 

Superfaturamento de 40% nos preços licitados, fraudes, formação de conluios para lesar o erário, estão entre as suspeitas apontadas aos indiciados pelas autoridades policiais e de fiscalização.

 

As acusações foram negadas pelo prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, que durante coletiva concedida à imprensa chegou a fazer ilações sobre possíveis motivações políticas por trás dessa operação.

 

Ele afirmou que sempre agiu de forma severa com as empresas que prestam esse serviço, porém acabou ficando em meio ao que ele chamou de “guerra empresarial”.

 

Intervenção

 

Em meio à turbulência no executivo portovelhense causada pela prisão de agentes públicos suspeitos de lesar o erário, o Ministério Público de Rondônia entrou em cena com a intervenção da empresa responsável pelo serviço de transporte escolar rural na capital de Rondônia.

 

O secretário estadual de Educação, Suamy Vivecananda, será o interventor e terá toda a estrutura da empresa e os recursos comumente repassados para executar o serviço e finalmente colocar as crianças na sala de aula.

 

Os presos na operação Carrossel estão cumprindo nesta quinta-feira(05), o segundo dia do mandado de prisão temporária e, caso seja solicitado, um novo pedido à Justiça pode sair na próxima segunda-feira (9).

 

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