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Servidor é acusado de aplicar golpe usando MP e nome de promotora

Comerciante que vendeu casa registrou queixa na polícia

FOLHA DO SUL ONLINE

8 de Fevereiro de 2018 às 14:28

Servidor é acusado de aplicar golpe usando MP e nome de promotora

FOTO: (Divulgação)

Um servidor comissionado da prefeitura de Vilhena foi denunciado ontem na Polícia Civil, acusado de estelionato e de usar o nome do Ministério Público e de uma promotora de justiça no crime supostamente cometido por ele contra um comerciante.

 

De acordo com o denunciante, Sinezio Pedro da Silva, 48 anos, no ano passado ele vendeu uma casa no bairro Cidade Verde 2 para o servidor Eder Pereira dos Reis Mucuta, 35, lotado na Secretaria Municipal de Saúde. 

 

O imóvel foi negociado por R$ 140 mil, divididos: uma entrada de R$ 20 mil, mais 4 parcelas de R$ 30 mil. O comprador também assumiria as prestações do terreno, pertencente a uma imobiliária.

 

Vencido o primeiro compromisso, em outubro de 2017, Eder começou a “enrolar” para fazer o pagamento. Em sua queixa na Unisp, Sinezio disse que ele alegava possuir um crédito de mais de R$ 100 mil para receber junto ao Ministério Público.

 

Já sem paciência diante das evasivas do comprador, Sinezio saiu da cidade de São Francisco do Guaporé, onde está morando, para conversar com a promotora apontada por Eder como responsável pelo pagamento. Além de envolver a autoridade, o acusado apresentou uma ata e documentos do MP para “provar” que tinha o crédito a receber junto à instituição.

 

Com a informação de que a ata era verdadeira, mas o restante da papelada não passava de falsificação, a vítima registrou a queixa na polícia. Também entregou cópias de áudios e conversas do WhatsApp, nos quais o servidor afirmava que o valor seria referente a serviços de informática prestados por ele ao MP, informação também desmentida pela promotora.

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