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OBRA: MFM Soluções Ambientais recupera vegetação de aterro

Ação ambiental contou com a participação de alunos de colégio militar em Ji-Paraná

ASSESSORIA MFM

4 de Setembro de 2018 às 08:57

OBRA: MFM Soluções Ambientais recupera vegetação de aterro

FOTO: (Assessoria MFM)

A recuperação de parte da mata ciliar em área do Aterro Sanitário Regional de Ji-Paraná envolveu alunos do Colégio Tiradentes, da Polícia Militar de Rondônia. Aproximadamente 50 estudantes e seus professores participaram da ação em parceria com a MFM Soluções Ambientais, a empresa proprietária do aterro e responsável por sua operação – após a inauguração da obra, previsto para até dezembro próximo.

 

Ao todo, foram plantadas 800 mudas de árvores de espécies nativas, entre elas o ipê e as frutíferas açaí, cupuaçu, cacau, jenipapo e ingá.

 

O plantio foi realizado na Área de Preservação Permanente (APP), que recebe da MFM tratamento especial, como destaca Valdiney Lima, gestor ambiental da empresa: “Estamos mantendo uma faixa de 52 metros da nascente como proteção absoluta da APP”.

 

Segundo Valdiney, a MFM vai recuperar cerca de 2 hectares da mata ciliar na APP do aterro de Ji-Paraná (o que consta do Cadastro Ambiental Rural-CAR), em área que já estava ‘antropizada’, ou seja, ‘afetada’ por atividade de pastagem quando a empresa adquiriu o terreno.

 

O gestor ressalta que a plantação de árvores nas margens do igarapé na área do aterro vai evitar a diminuição do volume de água, uma grande preocupação dos produtores rurais. “Uma área aberta, ou seja, sem a vegetação, apresenta o carregamento de solo, o assoreamento. Logo, quando há a reposição da planta, ela acaba fazendo o papel de ‘bomba d’água’ e eleva o volume de água”, explica.

 

Quem ficou bastante feliz com ação foi o seu ‘Nenê’, José de Farias, de 81 anos de idade, há 43 anos morador na região onde sendo construído o aterro de Ji-Paraná. Inclusive seu ‘Nenê’ batizou a muda de árvore que ele plantou na APP como ‘O Ipê José’. “Acreditava que teria que esperar 100 anos para ver a inauguração de um aterro sanitário em Ji-Paraná, agora até ajudo na obra”, avalia.

 

Luan Pagoto, de 13 anos, estudante no Colégio Tiradentes, fez o plantio de 20 mudas de árvores nas margens do igarapé e afirmou sentir grande alegria em compartilhar sua vida com o meio ambiente. “Essa empresa (a MFM) está fazendo um bem para gente, algo que muita gente talvez não podia fazer”, acredita.

 

A professora de Luan, Cassiane Ferreira, da disciplina de Ciências, afirmou que a experiência dos alunos na recuperação de uma mata ciliar provoca conhecimento e consciência na sociedade. “É uma maravilha poder vivenciar os benefícios desta grande obra para Ji-Paraná e região, que é esse aterro, pois ele nos dá a oportunidade de tratar corretamente as questões ambientais, claro não só do lixo urbano, mas de tudo o que está ao entorno”.

 

O plantio de espécies de árvores nativas na área que envolve a nascente e a recomposição da mata ciliar do igarapé que faz margem com o aterro sanitário de Ji-Paraná integram Projeto Básico Ambiental da MFM Soluções Ambientais, protocolado na Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental em Rondônia (Sedam).

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