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DENÚNCIA: Polícia prende suspeito de disparar arma de fogo em via pública

O rapaz de 22 anos disse que estava levando os cartuchos para uma propriedade rural e negou que tivesse uma espingarda

FOLHA DO SUL ONLINE

4 de Outubro de 2019 às 09:48

DENÚNCIA: Polícia prende suspeito de disparar arma de fogo em via pública

FOTO: (Divulgação)

Na tarde desta quinta-feira, 03, uma denúncia de disparo de arma de fogo terminou com a prisão de duas pessoas no distrito de São Lourenço, distante cerca de 60 km de Vilhena.


 
A prisão foi feita por policiais militares do distrito do Guaporé e, de acordo com o boletim de ocorrência, uma ligação informou a eles que um homem trajando roupas claras e pilotando uma motocicleta vermelha havia efetuado um disparo de espingarda em via pública.


 
Os policiais se deslocaram até aquele distrito e localizaram um rapaz, cujas características batiam com as descritas pelo denunciante. Foi realizada a abordagem e, durante a revista, foram encontradas em suas vestes quatro munições de espingarda calibre 28.


 
O rapaz de 22 anos disse que estava levando os cartuchos para uma propriedade rural e negou que tivesse uma espingarda. Ele autorizou aos policiais que fizessem a revista na sua casa na busca pela arma, que não foi encontrada.


 
Uma testemunha disse aos policiais que, momentos antes, o suspeito teria ido a um bar nas proximidades e estacionado a moto em cima do gramado, fato que o proprietário do estabelecimento não gostou. Por isso, o rapaz e o comerciante teriam discutido e o dono do bar teria ameaçado o rapaz com um revólver. O rapaz de 22 anos confirmou a discussão, mas negou a ameaça e disse que tudo já estava resolvido.


 
A polícia foi até o bar citado, e em conversa com o proprietário, um homem de 58 anos, ouviu dele que realmente houve a discussão, mas que não ameaçou o rapaz e que os dois já haviam se entendido.


 
Perguntado sobre a arma, o comerciante disse não possuir arma de fogo. Mas, não permitiu aos militares revistar sua casa, e que tal fato só ocorreria mediante ordem judicial, o que foi respeitado pelos policiais.


 
Quando registravam a ocorrência, descobriu-se que o comerciante tinha em seu desfavor mandado de prisão expedido pela vara criminal de Ouro Preto do Oeste. Assim, os dois foram trazidos e apresentados na UNISP de Vilhena. 

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