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Guarda Civil é preso por estuprar amigo do próprio filho

Menino tinha 9 anos; há suspeita de que vizinhos de seis anos também tenham sido estuprados

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7 de Maio de 2018 às 08:59

Guarda Civil é preso por estuprar amigo do próprio filho

FOTO: (Divulgação)

Um guarda civil foi preso, conforme informou a Polícia Civil nesta segunda-feira (7), sob suspeita de estuprar o amigo do próprio filho, um menino de 9 anos, em Aparecida de Goiânia, em Goiás. Conforme a delegada Caroline Braga, responsável pelo caso, os abusos recorrentes foram cometidos quando a vítima brincava na casa do suspeito, no bairro de Jardim Olímpico.

 

"O autor se aproveitava que o menino estava na casa, pedia para ele ir a um quarto e cometia os atos libidinosos. Segundo a vítima, os atos não ocorriam na presença do filho do guarda", contou Braga.

 

As investigações apontam para pelo menos três abusos, cometidos em novembro de 2016. A família dele formalizou as denúncias na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) em março deste ano. Segundo a delegada, os pais do menino temiam o guarda civil.

 

"A vítima não quis ir mais à casa do vizinho e a mãe estranhou", explicou a delegada, informando que, após ser questionado pelos pais, o menino acabou contado o que aconteceu. "Aí foram conversar com o autor, que os intimidou. Eles mudaram de cidade. Os professores da nova escola chamaram os pais porque ele ficava chorando, e os pais decidiram denunciar o guarda", detalhou.

 

O guarda civil, que havia se mudado para Goiânia, teve a prisão preventiva decretada em mandado cumprido na última sexta-feira (4). Em depoimento, o suspeito confirmou que o filho era amigo da vítima, mas negou os abusos. Encaminhado ao Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, o guarda deve ser indiciado por estupro de vulnerável.

 

A delegada investiga ainda denúncias de outras mães ouvidas no inquérito. Em depoimentos, elas disseram que os filhos abusados pelo suspeito em 2006, quando tinha seis anos. Na ocasião, as duas teriam prestado queixa e submetido as crianças a exames de corpo de delito no IML, mas também ficaram com medo. A Guarda Civil Metropolitana informou, em nota, que "vai esperar a conclusão dos autos para tomar as providências cabíveis que o caso requer".

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