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CASO JOSELITA: Acusado de matar professora a pauladas é julgado nesta quinta-feira

Segundo testemunhas ouvidas durante a instrução, Ueliton era gentil e atencioso quando conheceu a professora, depois se tornou dependente financeiramente, ciumento ao ponto de criar situações fantasiosas e extremamente violento

COMUNICAÇÃO TJRO

19 de Setembro de 2019 às 11:57

CASO JOSELITA: Acusado de matar professora a pauladas é julgado nesta quinta-feira

FOTO: (Divulgação)

Nesta quinta-feira, 19, será levado a júri popular Ueliton Aparecido da Silva, acusado de assassinar sua ex-mulher, a professora universitária Joselita Félix da Silva, e, por tentar matar a facadas o pai da vítima, Francisco Felix da Silva, no dia 17 de março, em Candeias do Jamari. A Sentença de Pronúncia foi proferida no dia 27 de junho, pelo juiz José Gonçalves, titular do 2º Tribunal do Júri de Porto Velho. O julgamento tem início às 8h, no Fórum Criminal Fouad Darwich Zacharias, localizado na Rua Rogério Weber, Praça Mal. Rondon.

 

Conforme a sentença de pronúncia, Ueliton, após sair da prisão por ameaçar a Joselita, foi até a casa do pai da vítima, invadiu a propriedade e o atingiu com faca em várias partes do corpo do senhor, que é idoso e ainda requer cuidados especiais por ter alzheimer. Em seguida atacou a professora a pauladas, o que provocou sua morte logo depois da chegada da polícia.

 

 

 

 

Segundo testemunhas ouvidas durante a instrução, Ueliton era gentil e atencioso quando conheceu a professora, depois se tornou dependente financeiramente, ciumento ao ponto de criar situações fantasiosas e extremamente violento, comportamentos que tornavam a vida da professora “um inferno”.

 

 

 

 

Ainda segundo a pronúncia, os crimes foram cometidos por motivos fúteis e as vítimas foram pegas de surpresa e não poderiam oferecer resistência. Além disso, o meio utilizado, reiterados golpes com um pedaço de madeira (utilizado como tranca para portas e janelas da casa), pode ter causado grande (e desnecessário) sofrimento à vítima, que padeceu de “fratura de ossos frontal, maxilar, mandibular e nasal”, de modo que a qualificadora do meio cruel também deverá ser apreciada pelo Tribunal do Júri.

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