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Professor de educação física e dono de academia na Capital é preso acusado de pedofilia

Professor de educação física e dono de academia na Capital é preso acusado de pedofilia

DA REDAÇÃO

14 de Junho de 2008 às 17:13

Professor de educação física e dono de academia na Capital é preso acusado de pedofilia

FOTO: (Divulgação)

Como resultado de sete meses de investigação, policiais da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente de Porto Velho (DPCA) prenderam no início da tarde desta quinta-feira (14), Paulo Guilherme dos Santos Mendes, 49 anos, acusado de pedofilia, corrupção de menor e atentado violento ao pudor. O infrator que é dono da Academia Esporte.com, localizada na Rua Vitor Ferreira Manaíba, nº 1422, bairro Jardim das Mangueiras é formado em Educação Física e dava aulas em escolas e colégios tradicionais da Capital.* Segundo os policiais, que efetuaram a prisão, o infrator foi preso na Avenida Rio de Janeiro quando se dirigia à Escola Estadual Orlando Freire, onde trabalha como professor. De acordo com a delegada titular, Elza Aparecida de Castro, ao menos oito vítimas entre crianças e adolescentes de 8 a 12 anos foram identificadas, sendo que Paulo Guilherme já respondia a mais dois inquéritos pelo mesmo tipo de crime. “Começamos a investigar depois que pais das vítimas denunciaram à Delegacia, mas acreditamos que existam mais crianças, e por isso, convocamos os pais que queiram denunciar que tragam mais informações”, declarou a delegada. Com 240 páginas, o inquérito policial, que segue em segredo de justiça, relata que o acusado contratava garotas de programa para praticar sexo com crianças, e tudo era filmado em vídeo pelo próprio infrator. “Fizemos uma busca e apreensão em sua residência, localizada no mesmo endereço da academia, e encontramos farto material pornográfico, inclusive os vídeos caseiros feitos por ele”, informou Elza. “O infrator pode pegar de 10 a 15 anos”, enfatizou a delegada.
*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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