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Operação “ANALGÉSICO” - Em menos de dez dias GIC prende quadrilhas que desviavam medicamentos de hospitais em Porto Velho

Após depoimento ao delegado Jeremias Mendes de Souza, do GIC - Grupo de Investigações e Capturas da Sesdec – Secretaria de Segurança do Estado, na tarde de hoje, 9, sobre desvio de material cirúrgico do hospital João Paulo II, em Porto Velho, Daniel Duran

DA REDAÇÃO

9 de Março de 2010 às 16:53

Operação “ANALGÉSICO” - Em menos de dez dias GIC prende quadrilhas que desviavam medicamentos de hospitais em Porto Velho

FOTO: (Divulgação)

Após depoimento ao delegado Jeremias Mendes de Souza, do GIC - Grupo de Investigações e Capturas da Sesdec – Secretaria de Segurança do Estado, na tarde de hoje, 9, sobre desvio de material cirúrgico do hospital João Paulo II, em Porto Velho, Daniel Duran Roca, 39, suspeito de envolvimento foi encaminhado para a Central de Polícia onde ficará a disposição da Justiça.
Ele foi preso em flagrante quando saia com uma sacola cheia de luvas de procedimentos cirúrgicos do Hospital JP II, por volta das 15 horas de hoje. O grupo desviava os materiais a cerca de 1 ano.
 
Daniel Duran que trabalha no Hospital João Paulo II há 15 anos disse que a um ano passou a desviar material de procedimento cirúrgico para vender a comerciantes do ramo na cidade. O desvio começou, segundo ele, quando foi procurado por um funcionário público do JP II, que exerce a função de técnico de enfermagem.
 
Como funcionava o golpe
 
De acordo com o acusado, o técnico de enfermagem lhe propôs uma parceria nos lucros obtidos através do desvio de medicamentos. Duran tinha a função de desviar o material do Hospital até sua casa, e no período noturno o técnico ia buscar o produto e vendia no comércio da cidade.Durante todo o período do esquema só foram desviados exclusivamente luvas de procedimentos, tendo em vista que só tinha acesso a esse material. O suspeito também informou a Polícia que tem conhecimento que outros grupos de pessoas veem agindo da mesma maneira naquele hospital.  Segundo Duran, seu comparsa lucrava com esse esquema, “inclusive comprou um bom carro com o dinheiro ilícito”.
 
O preço do material e o lucro
 
O técnico que faz parte do bando, adquiria cada caixa de luvas de procedimento por R$ 5,00 revendendo no comércio por R$ 15,00, cujo lucro que obtém mensalmente com o desvio de luvas totalizava, segundo levantamentos preliminares, mais de 20 mil. Quem sofria com estes desvios, era toda comunidade que não tinha o material para o atendimento e o Estado que gastava com a compra destes materiais desviados.
O delegado Jeremias Mendes, disse que o grupo já teve um lucro aproximado de R$ 12.000,00com a atividade ilícita. Isto no caso específico de Duran, mas sabe-se que o valor desviado é altíssimo
Hospital de Base
 
Há uma semana o Grupo de Investigações e Capturas, prendeu funcionários do Hospital de Base que desviavam medicamentos, dando prejuízos incalculáveis ao Estado de Rondônia.
*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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