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Motorista de Uber e mais outro homem são executados em Rio Branco

O informe repassado por testemunhas à polícia é de que a vitima estava na rua quando dois homens em uma motocicleta passaram e o garupa efetuou os disparos.

AC24HORAS

21 de Maio de 2018 às 08:45

Motorista de Uber e mais outro homem são executados em Rio Branco

FOTO: (Divulgação)

Dois homicídios foram registrados na noite deste domingo, 20, em Rio Branco. A primeira execução foi registrada na Avenida Amadeo Barbosa, na região do bairro Areal. Gênio Silva da Costa foi alvejado por disparos de arma de foco e morreu no local.

 

O informe repassado por testemunhas à polícia é de que a vitima estava na rua quando dois homens em uma motocicleta passaram e o garupa efetuou os disparos.

 

Gênio ainda tentou correr, mas acabou caindo na frente de um imóvel. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel Urgência (Samu) foi acionada, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local, que ficou isolado pela Polícia Militar para o trabalho da pericia.

 

O segundo homicídio da noite aconteceu também na região do Segundo Distrito de Rio Branco. Um motorista de Uber identificado como Marcos Carneiro Soares foi assassinado em um apartamento no bairro Vila Acre. O crime aconteceu na Rua Alberto Casimiro, região do bairro Vila Acre.

 

A vítima estaria na casa com duas mulheres quando o local foi invadido pelos criminosos, que armados o executaram na frente das acompanhantes e ainda cortaram suas orelhas. Em seguida, os bandidos fugiram tomando rumo ignorado. As testemunhas contaram a polícia que os executores estavam encapusados e gritaram o nome de uma facção criminosa ao saírem.

 

O local ficou várias horas isolado para os trabalhos periciais que coletaram projéteis da arma de fogo utilizada e informações relevantes sobre o crime. Em seguida, o corpo foi levado para a base do Instituto Médico Legal (IML).

 

Os dois crimes serão investigados pela Delegacia de Homicídios (DHPP).

*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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