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IRRITADA: Mulher é presa por agressão e desacato a servidor público na UPA da capital

O funcionário respondeu que estava realizando o seu trabalho que era apenas fazer a ficha e não tinha culpa pela falta de médicos

RONDONIAOVIVO

11 de Setembro de 2018 às 09:08

IRRITADA: Mulher é presa por agressão e desacato a servidor público na UPA da capital

FOTO: (Rondoniaovivo)

A mulher identificada pelas iniciais N. B. B., 29, foi presa na noite de segunda-feira (10) pelo crime de lesão corporal e desacato a um servidor público de 36 anos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da zona Leste de Porto Velho.

 

De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher irritada com a demora no atendimento passou a insultar o servidor, afirmando que era um absurdo estar há horas esperando  enquanto ele ouvia música no celular. O funcionário respondeu que estava realizando o seu trabalho que era apenas fazer a ficha e não tinha culpa pela falta de médicos.

 

Neste momento, a mulher começou a filmar com um celular toda a situação. A vítima então pediu que ela não publicasse o vídeo em rede sociais, pois não autorizava. Todavia, a suspeita continuou gravando.

 

Em seguida, ela foi para a frente da unidade e o servidor foi atrás. No instante em que ele se aproximou, a suspeita desferiu um tapa, tentando atingir o rosto da vítima, mas ele se esquivou e ela acertou um vidro. O homem alega que depois foi atingido com um tapa na nuca.

 

Ao perceber que a mulher estava muito exaltada, ele retornou para a receptação. Porém, a suspeita invadiu a sala proferindo xingamentos. O servidor então trancou a porta e disse que ia chamar a polícia. Foi quando uma pessoa não identificada arrombou a porta com um chute.

 

Uma equipe da Polícia Militar foi ao local e após ouvir as versões dos envolvidos e de testemunhas deu voz de prisão para a mulher. Ela foi levada para a Central de Flagrantes.

*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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