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PISTOLAGEM: Polícia esclarece assassinato de sargento da PM em frente a escritório de advocacia

Confira a coletiva ao vivo

RONDONIAOVIVO

19 de Outubro de 2018 às 09:16

A Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida (DECCV) esclareceu e identificou todos os sete suspeitos da execução a tiros do sargento da Polícia Militar identificado como João Américo Carneiro dos Santos, 54, ocorrido no final da tarde do dia 28 de junho de 2017 na Rua México, em frente a um escritório de advocacia, no bairro Nova Porto Velho, na capital.

 

Durante as investigações, a polícia apurou que o sargento era segurança particular de José Pereira dos Santos, conhecido como Zé do Brejo. Ele teria sido o mandante do assassinato do sargento. Foram contratados para executar o policial, Ednilson S. S., filho do Zé do Brejo e intermediador do assassinato, Matheus  Mayan T. S., vulgo "Matheuzinho",  Luciano P. S., Leonir L. N., Ronildo C. V., Agnaldo V., vulgo "Pequeno".

 

As investigações apuraram que a vítima José Américo e o madeireiro Zé do Brejo se desentederam devido a conflitos por causa de terras na região do distrito de Vista Algre do Abunã. No dia execução, o sargento saía de um escritório de advocacia e acabou crivado de balas dentro de uma caminhonete Hilux. A vítima foi interceptada por quatro dos suspeitos que estavam em um carro modelo Linea de cor preta.

 

Zé do Brejo e o filho Luciano acabaram mortos no dia 10 de março deste ano em um restaurante em Vista Alegre. Já Matheus foi preso com as duas armas usadas no homicídio. Ele foi localizado em agosto de 2017  em Ji-Paraná.

 

De todos os envolvidos no crime ainda permanecem foragidos Agnaldo  e Ronildo. Quem souber do paradeiro dos suspeitos poderá denunciar de forma anônima no número 197 da Polícia Civil.

 

 

 

 

 

 

Relembre o caso: EXECUÇÃO - Sargento é morto a tiros na capital (VIDEO)

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*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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