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LEI SECA: Capitão da PM é preso após fuga alucinada nas ruas da capital

Um dos policiais teve que efetuar um disparo no pneu do veículo do suspeito, que mesmo assim não parou

RONDONIAOVIVO

5 de Janeiro de 2019 às 10:51

LEI SECA: Capitão da PM é preso após fuga alucinada nas ruas da capital

FOTO: (Ilustrativa)

Depois de uma fuga alucinada por várias avenidas de Porto Velho, um capitão da reserva da Polícia Militar de 57 anos foi preso por tentativa de homicídio na madrugada deste sábado (05).

 

Consta em registro de ocorrência com o número 457/2019, que o capitão dirigia um carro modelo Kia Sportage, quando em uma blitz da Operação Lei Seca que era realizada na Avenida Pinheiro Machado com Rua Joaquim Nabuco, no Centro de Porto Velho, parou o carro um pouco antes, deu marcha ré e saiu em intensa fuga. 

 

Policiais militares em motocicletas e outros em viaturas saíram em acompanhamento e o suspeito a todo momento tentava atropelar os militares. O capitão invadiu diversas vias preferenciais, avançou semáforos fechados e, segundo a ocorrência, sempre tentando derrubar os policiais das motocicletas. 

 

Na Avenida Imigrantes, perto da Avenida Rio Madeira, um dos policiais teve que efetuar um disparo no pneu do veículo do suspeito, que mesmo assim não parou e continuou a fuga alucinada.

 

Já na Estrada da Penal, após um longo período de perseguição, o suspeito invadiu um condomínio onde reside, destruindo inclusive a cancela da portaria, contudo, acabou abordado.

 

Ele resistiu a prisão e teve de ser algemado. Foi verificado então que se tratava de um capitão da reserva da PM/Ro e que estava ainda com duas adolescentes no carro e um adulto. Uma das menores era a filha do militar.

 

O suspeito recusou a fazer o teste de bafômetro, porém, apresentava visíveis sinais de embriaguez. Na Central de Flagrantes, os policiais registraram ocorrência pelos crimes de homicídio tentado, direção perigosa, embriaguez na direção e desobediência.

*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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