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Câmara derruba parecer contrário à proposta da Residência Médica

Câmara derruba parecer contrário à proposta da Residência Médica

DA REDAÇÃO

1 de Outubro de 2015 às 15:25

Câmara derruba parecer contrário à proposta da Residência Médica

FOTO: (Divulgação)

O Projeto de Lei de autoria do vereador Sid Orleans (PT) que garante o afastamento de médico do município de Porto Velho, visando a realização de

residência médica em áreas fundamentais, tais como ortopedias, cirurgia geral e torácica, teve parecer negativo derrubado por maioria dos votos na Câmara de Vereadores, durante a sessão realizada na tarde de terça-feira,29. Segundo ressalta o vereador petista, a proposta é para servidores da saúde que ocupam cargo efetivo no município, garantindo que se ausente sem prejuízo de remuneração visando curso de pós-graduação nas modalidades de residência médica com pré-requisitos, mestrado ou doutorado em instituição de ensino superior no País.

A matéria do parlamentar prevê alteração no artigo 119 da Lei nº 385/2010. Para ele, diferente da graduação, a residência médica tem duração de 2 a 3 anos isso traz benefícios imensos para Porto Velho pois o Estado não tem como dar conta das consultas especializadas e procedimentos cirúrgicos. “Dessa forma, precisamos investir nos nossos médicos para que possamos avançar na saúde do nosso município. Vale ressaltar que o médico será liberado de forma que não prejudique o atendimento nas unidades de saúde. Essa proposta visa garantir o benefício que teremos com médicos especializados para expandir o serviço e, consequentemente, melhor o cidadão com consultas especializadas”, ressalta.

Sid Orleans ressalta em sua justificativa que a área da saúde no Estado tem enfrentado diversos problemas. Em Porto Velho um dos principais obstáculos para o atendimento mais eficaz à população é a falta de médicos especializados em Neurocirurgia, Anestesiologia, Cirurgia Torácica e Pediatria. Um dos fatores que influenciam essa falta de especialização é a dificuldade que os profissionais enfrentam para se aperfeiçoar na área como a falta de cursos de capacitação e incentivo dos órgãos nos quais trabalham.

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