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Wagner é o sonho de Confúcio para 2018; falta combinar com o PMDB e o eleitor

Formado em Ciências Contábeis, Wagner foi gerente de fiscalização da Sefin

DA REDAÇÃO

18 de Outubro de 2017 às 09:30

Wagner é o sonho de Confúcio para 2018; falta combinar com o PMDB e o eleitor

FOTO: (Divulgação)

Quem é Wagner Garcia de Freitas, o nome preferido de Confúcio Moura para sucedê-lo no Governo, caso pudesse ele e apenas ele decidir? O secretário de Finanças do Estado é um servidor de carreira, considerado um dos mais competentes e sérios titulares da pasta em toda a história do Estado.

O Governador e grande parte da sua equipe creditam a ele, Wagner, a maior parte do sucesso das medidas de contenção de gastos; de controle rígido das finanças públicas; da renegociação de dívidas que ajudaram muito ao Estado a ser exceção nacional e manter-se no azul.

Formado em Ciências Contábeis, Wagner foi gerente de fiscalização da Sefin; depois adjunto e, então guindado ao comando desta que é, certamente, a mais importante secretaria, pois é a que cuida da grana...No cargo desde dezembro de 2014, quando substituiu Gilvan Ramos, Wagner se transformou numa figura vital para todo o sistema de gerência implantada por Confúcio.

É considerado um servidor dedicado, sério, de vida ilibada e um profissional respeitado por todos. No mesmo nível dele estão ao menos outros dois secretários muito próximos a Confúcio e que, juntos, também acham que Wagner seria “o” cara, para representar o grupo palaciano numa eventual corrida pelo Governo.

Tanto o chefe da Casa Civil, Emerson Castro quanto o secretário de Planejamento, George Braga, estão na lista dos mais próximos do Governador e, eriam o aval dele para a disputa, caso Wagner não quisesse ou não decolasse.

Os dois – George e Emerson – contudo, também estão entre aqueles que consideram que o atual secretário de Finanças seria um nome excelente para, se conseguisse ser o futuro Governador, manter o mesmo sistema bem sucedido de administração dos últimos anos.

Quais os problemas, então? Obviamente que a explicação é simples. Tem que fazer o  PMDB mudar todos os seus planos (que estão direcionados para a candidatura de Maurão de Carvalho) e depois, muito mais importante que isso, combinar com o eleitorado, para haver alguma chance, no projeto ainda embrionário do grupo do Palácio Rio Madeira/CPA.

Wagner é pouco conhecido do grande público.  É uma figura intramuros, de atuação excelente da porta para dentro. O problema é que todos os seus méritos e o fato dele ser renomado, são reconhecimentos apenas entre aqueles que convivem diariamente com ele e ao seu redor. Como tornar esse competente (mas tímido) personagem “candidatável”? 

Essa é a questão mais importante, que tem sido analisada sob todos os ângulos não sé pelo Governador, mas também por todo o grupo muito mais próximo a ele. Quando eles tiverem a resposta para essa pergunta, estará criado o quadro que permita lançar Wagner Garcia de Freitas ao Governo, em 2018...

O dedo de Temer

O presidente Michel Temer, que neste momento vive mais uma turbulência política em Brasília, foi convidado para inaugurar oficialmente o Hospital do Câncer da Amazônia. A data ainda está em aberto, porque depende da agenda presidencial. A informação foi dada pelo médico Henrique Prata, o maior responsável pelo Hospital de Barretos e pelo de Porto Velho.

Prata afirmou que, se não fosse a intervenção pessoal do Presidente da República, a liberação para funcionamento da unidade rondoniense do Hospital, ainda estaria trafegando pelos tortuosos caminhos da infernal burocracia.

Segundo ele, Michel Temer chamou para si a responsabilidade e determinou que tudo fosse feito com urgência que o caso merecia, até porque milhares de vidas poderiam ser salvas a partir do imediato funcionamento do Hospital do Câncer da Amazônia. Mais uma vez, ficou provado: quem manda é o Presidente.

Quando ele quer resolver, resolve. Quando não quer, apenas manda o assunto para os “trâmites normais”, que é o mesmo que dizer para esquecer o assunto. No caso do hospital, de enorme importância para ajudar a salvar vidas todos os dias, o dedo do Presidente funcionou corretamente.

Follador assume       

A Prefeitura de Ariquemes troca de mãos. Sai o prefeito Thiago Flores e entra Lucas Follador. Calma! Nada fora do script. Flores pediu autorização à Câmara para se afastar por duas semanas, em novembro, para tratar de assuntos particulares. Como é coisa pessoal, ele, claro, não precisou dar detalhes.

Assume o comando da cidade, nesse período, o jovem Lucas Follador, pré candidato a deputado federal no ano que vem, com um sobrenome que é respeitado na região do Vale do Jamari. O pai dele, Adelino Follador, que foi prefeito de Cacaulândia por três mandatos, foi o deputado estadual com maior votação na última disputa para a Assembleia, beirando os 20 mil votos.

Adelino, o pai, vai concorrer à reeleição e obviamente apoiará o filho, Lucas, que quer ser representante da região na Câmara Federal. Com relação a Thiago Flores, que está fazendo um mandato bastante positivo em Ariquemes, ele anda aparentemente cansado.

Principalmente das redes sociais. Informou, ainda sem ter tomado uma decisão definitiva, que está pensando em cair fora delas. Queixou-se: “tem dias mais difíceis que os outros!”... Não disse o porquê.

Preços abusivos

Há dias atrás, a coluna avisou que o preço da botija do gás ia saltar, em Rondônia, para mais de 70 reais. Errou feio. Já há cidades em que os 13 quilos comuns, custam nada menos do que 87 reais, segundo levantamento feito pelo G1 local.

Em Porto Velho sim, que os preços estão beirando os 70 reais. A Petrobras fala que a culpa é dos problemas na área de produção nos Estados Unidos, mas, é claro, as coisas são muito mais complexas.

A gasolina, o álcool e o óleo diesel nos postos também andam num sobe e desce terrível, em que o consumidor nunca sabe realmente porque está pagando mais num dia, menos no outro, muito mais num terceiro.

Depois de uma década de preços contidos artificialmente, parece que a Petrobras quer cobrar numa só vez todas as suas perdas no período Lula/Dilma. E o pobre consumidor é que paga o pato, mais uma vez, numa história que a gente conhece muito bem, nesse país da confusão e do desrespeito a quem precisa comprar todos os dias.

Sem bandeira vermelha

Quem anda com sorrisos de orelha a orelha é o deputado Léo Moraes. Ele liderou movimento, apoiado pela Facer e outras entidades, ingressando na Justiça contra a cobrança das bandeiras tarifárias em Rondônia. Venceu. A Justiça concedeu liminar proibindo que a bandeira vermelha seja cobrada nas contas de energia em todo o Estado.

Para se ter ideia do que o consumidor local se livrará, a Aneel já avisou que a bandeira tarifária para todo o país, a partir deste mês, terá acréscimo de 3 reais e 50 centavos a cada 100 quilowatts consumidos.

O rondoniense, contudo, está livre dessa exagerada cobrança, graças à ação judicial. Léo Moraes diz que agora a batalha é para que a liminar não seja derrubada e que quem for pagar sua contra de energia, no Estado, esteja livre dessa absurda sobretaxação.

Para o deputado, “a medida vem beneficiando milhares de consumidores que, mesmo com o péssimo serviço prestado pela distribuidora, ainda pagam uma das mais altas tarifas de energia do país”. É sempre bom lembrar também que Porto Velho tem três hidrelétricas, duas delas entre as maiores do país...

A morte ronda, sem o cinto

Vinte anos depois da lei que obriga o uso do cinto de segurança, muita gente continua morrendo no trânsito apenas porque não usa essa proteção. Nessa semana, na BR 425, em Nova Mamoré, duas pessoas morreram e outras duas estão correndo risco de mortes porque estavam sem o cinto, segundo a polícia.

Um casal, motorista e sua esposa, voaram quando o carro em que estavam capotou várias vezes. Os dois morreram na hora. Seus dois filhos, no banco de trás, também sem cinto, sofreram ferimentos muito graves e estão internados.

Acidentes como esses ainda são registrados em todas as rodovias do país, praticamente todos os dias. Dados oficiais dão conta de que, por ano, o uso correto do cinto salva pelo menos seis mil vidas pelo país afora.

A  mmá notícia é que nos últimos anos, muita gente deixou de se proteger. O número de multas pelo não uso do cinto de segurança cresceu 150 por cento em todo o país, nos últimos anos. A lei diz que o cinto deve ser usado por todas as pessoas que estão no carro e a multa é considerada grave. O motorista leva cinco pontos na carteira e uma multa de 127 reais.

O conflito das delações

Quando começaram as delações premiadas, a turma do PT estrilou. O então ministro da Justiça de Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo, foi o primeiro a protestar, quando surgiram as primeiras delações envolvendo os nomes do ex Presidente Lula e acusando a própria Dilma. Quando o senador cassado Delcídio do Amaral envolveu Dilma na podridão.

Quando a Presidente, ainda no cargo, declarou que não respeitava delatores,  Cardozo afirmou: “quando a presidente disse isso, demonstrou sua indignação daqueles que são honestos. Delações premiadas são vias investigativas. Não pode sacramentar nenhuma situação porque o delator pode falar a verdade, meias verdades ou falar mentiras", disse.

Lula assacou sobre a delação de seu ex melhor amigo, Antonio Palocci, tentando diminuir seu ex ministro de qualquer forma. Mas quando as delações atingem o Presidente Michel Temer, as versões são totalmente diferentes.

O ex ministro Cardozo, por exemplo, mudou rapidinho de opinião e disse que “ficou provado nas delações do doleiro Funaro, que foram comprados deputados para votar pelo impeachment de Dilma Rousseff.” Ou seja, contra eles, valor zero. A favor deles, toda a credibilidade. Essa gente perdeu a vergonha mesmo!

Perguntinha

Se você fosse Senador, na reunião desta quarta na Comissão de Constituição e Justiça, você votaria a favor ou contra a autorização para que o Presidente da República seja processado pelo STF?

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