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Comissão da Criança e Adolescente irá discutir demandas dos Conselhos Tutelares

Um representante de cada conselho apresentou aos vereadores e autoridades presentes, um relatório completo de todas as ações.

ASSESSORIA

9 de Março de 2018 às 15:37

Comissão da Criança e Adolescente irá discutir demandas dos Conselhos Tutelares

FOTO: (Divulgação)

Os Conselhos Tutelares de Porto Velho e o Conselho Municipal de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente estiveram na Câmara de Vereadores durante Audiência Pública para prestação de contas do trabalho desenvolvido entre janeiro e dezembro de 2017. Um representante de cada conselho apresentou aos vereadores e autoridades presentes, um relatório completo de todas as ações.

 

Como presidente da Comissão Permanente de Defesa dos Diretos da Criança e do Adolescente da Câmara Municipal, a vereadora Cristiane Lopes (PP) presidiu a sessão e fez questão de trazer a discussão todos os problemas enfrentados pelos conselheiros tutelares no atendimento à população. Entre os principais estão: a falta de transporte escolar, a falta de merenda nas escolas, as condições precárias que se encontram algumas escolas dos distritos, além da falta de vagas. “De acordo com uma representante do 4º Conselho, a Escola Municipal em pior situação encontrada por eles, fica na comunidade de Santa Catarina, no baixo Madeira. Lá os alunos não tem a menor condição de estudar. Tudo é muito improvisado e em uma parte da escola, o telhado está cheio de buracos”, afirmou a vereadora.

 

Após a audiência ficou definido que a Comissão Permanente de Defesa dos Diretos da Criança e do Adolescente da Câmara Municipal, composta pela vereadora Cristiane Lopes, vereador Pastor Edésio Fernandes e a vereadora Joelna Holder, deverá se reunir nos próximos dias, junto com um representante de cada conselho, para colocar em pauta os problemas e buscar solução conforme a demanda. “Vamos nos reunir para saber o que pode ser feito de imediato. Tudo que os conselheiros apresentaram aqui, é urgente. Nossas crianças não podem ficar sem aulas por falta de vagas, de transporte ou de merenda escolar. Prejudicar a educação das crianças é algo gravíssimo”, destacou Cristiane Lopes.

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