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Cristiane Lopes constata precariedade no Shopping Popular

Cristiane Lopes ficou indignada com a situação. Segundo ela, é desumano que essas pessoas continuem trabalhando nessas condições e que a prefeitura ainda não tenha dado nenhum suporte.

ASSESSORIA

16 de Abril de 2018 às 15:45

Cristiane Lopes constata precariedade no Shopping Popular

FOTO: (Assessoria)

De um lado, trabalhadores tentando vender seus produtos para sustarem suas famílias. De outro um Terminal de Ônibus desativado que tem servido como moradia de usuários de drogas que chegam a montar acampamento no local. Esta é a situação que a vereadora Cristiane Lopes (PP) pode constatar durante fiscalização que realizou no Shopping Popular, localizado no Bairro Cai N'água, região Central da cidade.

 

Mas além da falta de movimento e de segurança com a desativação do Terminal. A principal reclamação, especialmente das mulheres é a falta de banheiros. Segundo os vendedores, está insuportável continuar trabalhando no local sem sanitários. Ainda de acordo com os trabalhadores, eles utilizavam o banheiro do Terminal, antes da desativação. "Cristiane, nós mulheres temos que fazer nossas necessidades em sacolas plásticas, ou se humilhar e ir até os bares que ficam aqui próximo para pedir para ir ao banheiro", desabafou dona Lúcia.

 

Como presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos das Mulheres, Cristiane Lopes ficou indignada com a situação. Segundo ela, é desumano que essas pessoas continuem trabalhando nessas condições e que a prefeitura ainda não tenha dado nenhum suporte. "Estou abismada com tudo que vi e ouvi aqui. Como que a prefeitura ainda não fez nada. Desde a inauguração que o Shopping Popular não tem banheiros? Como assim??", indagou a vereadora.

 

Os pedidos de providências já estão sendo protocolados e encaminhados ao Departamento de Postura do Município, que é responsável pela manutenção do local. Mesmo assim a vereadora entrará em contato com o responsável para saber o que pode ser feito de imediato. "Não podemos admitir que uma situação como essa continue. Os vendedores, mas principalmente as mulheres, não podem continuar assim, fazendo as necessidades em sacolas. Meu Deus! Que absurdo!", finalizou a parlamentar.

 

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