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FRENTÃO: Expedito está queimadão na praça e vem de duas derrotas ao governo

O pré-candidato evita falar no assunto dizendo que não tem nada fechado, após o barulho feito do lançamento do 'Frentão'

RONDONOTICIAS

5 de Julho de 2018 às 10:56

FRENTÃO: Expedito está queimadão na praça e vem de duas derrotas ao governo

FOTO: (Divulgação)

 

As pedras no tabuleiro da política rondoniense começaram a se movimentar com mais intensidade, depois que o senador Ivo Cassol (PP), que tinha pretensão de concorrer ao governo de Rondônia, foi alijado do processo pela justiça eleitoral.

 

Na semana passada foi anunciada formação de um "frentão" composto por sete partidos dentre estes, PSDB, PSD, PP, PR, PRB, SD e DEM, que fechariam coligação e apresentariam 16 nomes em apoio a pré-candidatura do ex-senador Expedito Júnior (PSDB) ao governo do estado, com a perspectiva imediata de fazer pelo menos quatro deputados federais.

 

Já no início desta semana, o tal "frentão" anunciou também que o deputado federal Marcos Rogério (DEM), teria se encantado com o canto da sereia de Júnior ao seu ouvido e este teria desistido de disputar sua reeleição, optando por uma pré-candidatura ao senado da república.

 

Sobre o assunto, o experimentado jornalista Carlos Sperança, um dos mais categorizados analistas políticos local, afirmou em sua coluna que tudo não passa de uma baita encenação. "O tucano (Expedito) está queimadão na praça e vem de duas derrotas seguidas ao governo, além de uma cassação por compra de votos".

 

Para Sperança, Marcos Rogério, na perspectiva de reeleição garantida, não seria suficientemente doido para encarar ex-prefeito Jesualdo fragmentando os votos na própria casa? Seria canibalismo puro", sentenciou.

 

Um exemplo que confirma essa linha de raciocínio de Sperança, é o posicionamento firme do ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa Neodi Carlos de Oliveira (PSDC), que assim que ficou sabendo da notícia divulgada por Expedito, rechaçou a informação, dizendo que nem foi consultado sobre o assunto e que o PSDC não tem definição nenhuma sobre coligação ou candidaturas e que, como de costume, será feita de forma democrática, durante a convenção da sigla, que ainda não tem data para ser realizada.

 

Outros nomes como o deputado Estadual Adelino Adelino Follador (DEM), também não viram com bons olhos o frentão anunciado pelo líder tucano, mostrando que o frentão ainda é uma incógnita e transita ainda apenas no pensamento e na boa (ou não) vontade de Expedito.

 

O ex-governador Ivo Cassol (PP) também está reticente ao falar no assunto. Diz apenas que as conversações estão adiantadas, mas que não tem nada fechado, pois sabe que em política, principalmente em véspera de eleição, tudo pode acontecer.

 

 

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