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OPERAÇÃO ABRINDO O JOGO: MP oferece denúncia contra vereadores, empresários e servidores de Jorge Teixeira

De acordo com o que foi apurado, a empresa venceu pregão eletrônico de forma fraudulenta.

ASSESSORIA

27 de Agosto de 2018 às 18:37

OPERAÇÃO ABRINDO O JOGO: MP oferece denúncia contra vereadores, empresários e servidores de Jorge Teixeira

FOTO: (Divulgação)

 

O Ministério Público de Rondônia ofereceu denúncia, pela prática de associação criminosa, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica e crimes da lei de licitações, contra 12 pessoas, entre vereadores, empresários e servidores públicos do Município de Governador Jorge Teixeira, investigados no âmbito da Operação Abrindo o Jogo.



Foram denunciadas as vereadoras Eranides Pereira de Santana e Neusa de Almeida Santos, além de Raimundo José Corti, vulgo “Raí”; Antônio Marcos Diógenes Cavalcante, conhecido como “Paçoca”; André Wilian Almeida Oliveira, conhecido como “Dedé”; Douglas Almeida Ferreira; Arnaldo Almeida Santos, conhecido como “Naldim”; Theotônio Gomes Ferreira; Thiago Cirillo Simões; Nivaldo de Moraes Aguiar; Nelci Alves de Oliveira e Leoni Aparecida Cardoso da Silva.



A denúncia decorre de investigação que visou apurar a tentativa de homicídio contra o radialista Hamilton Alves de Melo, ocorrida no dia 22 de abril deste ano. Apurou-se que o jornalista, em seu programa de rádio, denunciava irregularidades no transporte escolar de Governador Jorge Teixeira.


De acordo com as investigações, agentes públicos e particulares associaram-se em um esquema criminoso a fim de obterem propina na exploração do serviço de transporte escolar municipal. Para tanto, o grupo se utilizou da empresa VTP Transparente Transportes Rodoviários LTDA, que, por meio de seu representante legal, Raimundo José Corti, celebrou contrato com a Prefeitura de Governador Jorge Teixeira para prestação do serviço. De acordo com o que foi apurado, a empresa venceu pregão eletrônico de forma fraudulenta.



Segundo o Ministério Público, para executar o objeto do contrato, a VTP Transparente tinha à disposição uma frota de ônibus, licenciados em seu nome, mas pertencentes a terceiros, com os quais seu administrador, Raimundo, dividia os lucros resultantes do contrato. Esses terceiros são funcionários públicos, filhos de uma vereadora e particulares associados a vereadores.
 

 

 

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