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PROPOSTAS: João Amoêdo aposta em menos interferência do Estado para gerar empregos

"Queremos que o cidadão tenha mais liberdade para trabalhar, empreender e se desenvolver", diz candidato do Novo à Presidência.

HUFFPOSTBRASIL

28 de Agosto de 2018 às 09:19

PROPOSTAS: João Amoêdo aposta em menos interferência do Estado para gerar empregos

Para o candidato João Amoêdo, o Estado deveria ser o menor possível. FOTO: (huffpostbrasil)

O candidato João Amoêdo (Novo) argumenta que atualmente o Estado atua contra o livre mercado, e isso inibe o empreendedorismo, o crescimento econômico e a geração de empregos no País.

 

Para o ex-banqueiro, a economia é "determinante" e a máquina estatal deveria ser a menor possível para que as pessoas pudessem, por conta própria, gerar riqueza.

 

Em seu programa de governo publicado no site do partido Novo, Amoêdo enumera uma série de propostas para que o Brasil diminua a taxa de desemprego e alcance o crescimento econômico. O plano de governo, no entanto, não detalha se haverá políticas públicas para alcançar as metas.

 

"Queremos que o cidadão tenha mais liberdade para trabalhar, empreender e se desenvolver. O desenvolvimento econômico que queremos virá das pessoas e não do governo", explica Amoêdo.

 

 

Programa econômico com menos Estado

 

A seguir, estão as propostas de Amoêdo para economia, que devem impactar a geração de empregos no País, como incentivar a atividade do micro e pequeno empresário:

 

 

  • Equilíbrio das contas públicas com corte de gastos, privilégios, privatizações, revisão de desonerações fiscais e definição das prioridades.
  • Facilidade para abrir empresas e contratar funcionários.
  • Simplificação da carga tributária com a adoção do IVA (Imposto de Valor Agregado).
  • Ampliação dos acordos comerciais em todo o mundo e abertura da economia com redução das tarifas alfandegárias.
  • Fim da política de campeões nacionais e de conteúdo local.
  • Controle da inflação com o Banco Central independente.
  • Segurança jurídica.
  • Profissionalização e despolitização das agências reguladoras.
  • Privatização de todas as estatais.
  • Parcerias, concessões e privatizações para melhorar toda a infraestrutura – portos, aeroportos, ferrovias, rodovias, dutovias, hidrovias, infovias e mobilidade.
  • Livre escolha da aplicação de recursos do FGTS.

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