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TRANSPORTE ESCOLAR: Prefeito planeja frota própria e diz que Capital vai se livrar de terceirizadas

Com frota própria, num total de 140 ônibus, o Município fará duas licitações, sendo uma para contratar a manutenção desses veículos e outra para o fornecimento de pessoal

ASSESSORIA

25 de Setembro de 2019 às 10:34

TRANSPORTE ESCOLAR: Prefeito planeja frota própria e diz que Capital vai se livrar de terceirizadas

FOTO: (Divulgação)

O prefeito Hildon Chaves, acompanhado da deputada federal xxxxxxx xxxxxxxx, se reuniu com o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Rodrigo Dias, no início da noite desta terça-feira (24), em Brasília (DF), para tratar sobre o transporte escolar em Porto Velho.


Após o encontro, o prefeito ficou ainda mais convicto de que é necessário a Prefeitura ter sua própria frota de ônibus para fazer o transporte escolar rural com qualidade e a segurança que os alunos merecem.


As três empresas abandonaram o serviço e nós estamos em uma situação de extrema dificuldade, por isso, a prefeitura resolveu se livrar de uma vez por todas dessas empresas e operar o transporte escolar com frota própria”, enfatizou.

 

Conforme Hildon Chaves, a ata de registro de preços de um pregão eletrônico que está sendo feito pelo FNDE para aquisição de ônibus escolares será liberada para adesão na segunda quinzena de outubro. “Superado esses trâmites, nós teremos que aguardar a produção desses ônibus, mas eu acredito que até a virada do ano essa frota já estará operacional”, pontuou.

 

 

Licitações

 

Com frota própria, num total de 140 ônibus, o Município fará duas licitações, sendo uma para contratar a manutenção desses veículos e outra para o fornecimento de pessoal, “podendo inclusive ser uma cooperativa, para que possamos encerrar a dependência dessas empresas terceirizadas que vêm causando tantos problemas para as nossas crianças”, declarou.

 

 

Custos

 

Sobre os custos, Hildon Chaves acredita que por se tratar de veículos novos e próprios para trafegar em estradas de chão, haverá pouca a manutenção. “É possível até que fique mais barato do que é hoje. Acredito que a operação é perfeitamente viável”, finalizou.

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